quinta-feira, 10 de maio de 2012
Manifesto do EU NÃO
Não sei se tem comprovação científica, mas é fato que uma das primeiras palavras que aprendemos a falar é NÃO! E estudando psicologia esta semana, a palavra ou a referência a EU é uma das últimas definições que o indivíduo profere.
Minha dúvida é esta: se aprendemos - de forma precoce - por imitação ou por medo a palavra NÃO, por que é tão difícil e doloroso dizê-la? Já o EU, fica no outro extremo. Quando aprendemos a falar na primeira pessoa, não abrimos mão dela, nos tornamos auto-referências. Seja para desculpar-se, vangloriar-se, exemplificar-se.. a palavra-chave deriva do EU: meu, mim, sou, estou...
O mais difícil é quando temos que dizer: EU NÃO... quero, aguento, permito, gostei, sei... Enfim, é uma situação que sempre temos cuidados. O por que será?
Isso me incomoda, nos sentimos tão donos do nosso nariz, mas para negar ou reivindicar certas atitudes, que o nosso EU não teve compatibilidade, esmorecemos.
Penso que o NÃO vinculado com alguma reprovação provoca dó no EU (que já ouviu milhares de NÃOs, mas não gosta de falá-los). E aí, prefere sentir dó ou ser coitado? Mas antes de responder, lembre-se: o referencial é o EU.
Então, gosta de sentir pena de si mesmo? EU NÃO!
terça-feira, 8 de maio de 2012
Dois casos anormais
O que uma foto pode ter a ver com a outra? Talvez dois fatos super comentados nessa segunda-feira? Duas cenas de cair o queixo? Mais coincidências: as cenas ocorreram em um mesmo dia, em um mesmo lugar!
Por mais linda que a cidade do Rio de Janeiro tenha acordado, com uma superlua enfeitando o céu, a influência mágica do astro foi pequena sob esses policiais. A beleza da lua não freou a atitude do militar em borrifar spray de pimenta nessa cadela, que dormiu sob o maravilhoso luar.
Luar que também estava disponível ao senhor guarda.
Mas, muito possivelmente, como o seu guarda não pode enxergar, quis cegar os olhos da cadelinha também.
O que eu tenho a dizer? Absurdo.
Assinar:
Postagens (Atom)

