Ressurgi das cinzas!
Há tempos estava ensaiando esta volta. Gostava dos tempos em que me dedicava a estas páginas. Mas, a vida muda, o tempo limita-se e é sempre a desculpa para deixarmos de fazer aquilo que gostamos.
Estou aqui, novamente, esquecendo o trabalho que está por fazer e entregar esta semana, a matéria que ainda preciso escrever, o post que tenho que adiantar...
Para marcar este retorno, ainda pensando muito em um tema (que eu adoro e desconfio xD): coincidências!
Quem nunca esteve em uma situação tão inusitada que, no geral, o desfecho é bom? Falo assim me referindo desde aquela tia querida que você descobre que cuidou da sua melhor amiga na infância, até aquele acidente em que por qualquer motivo você escapou ileso. Gosto deste tema!
Sempre ocorreram muitas "coincidências" (boas) na minha vida. Por isso me flagro constantemente pensando o motivo de tudo isso. Já tinha alguma opinião, mas foi esta semana que eu tomei uma posição de fato. Abaixo, vai uma historinha bem tontinha, mas que para mim fez sentido!
Como de costume, às 7:10 saio de casa e vou caminhando pelo mesmo trajeto para a academia. Na quarta-feira, andando em uma calçada com desníveis, dei um passo e vi que tinha um bichinho no mesmo lugar onde o meu pé aterrissaria, e em um impulso consegui dar um passo mais longo! Era uma borboletinha amarela (gracinha) e parece que ela até olhou na minha direção com desespero e alívio. Pra mim, foi aquela típica cena de pessoas entrevistadas dizendo que saíram de casa atrasadas e perderam o voo que caiu.
Coincidências? NÃO! Infelizmente, esmagaria a borboleta se eu não a visse. Foi minha escolha e escolha da borboleta o trajeto. Se eu não gostasse de borboleta (muita maldade, por sinal) poderia voltar e pisar nela... Eu tinha todo o domínio da "coincidência".
Dei esse exemplo bobinho porque, para mim, ficou mais fácil entender o meu "poder superior" em decidir a situação. Em todos os níveis, há poderes superiores... Acima de nós, humanos, também. E existe coincidências?!
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domingo, 9 de novembro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Uma pauta pouco comentada
Fim de ano ligamos a TV e vemos sempre os mesmos assuntos e resoluções para os problemas, iguais há de 10 anos. Não muda. Como acabar com a ressaca? Cidade suja pós-festa. Primeiro bebê do ano...
Algo que pouco se fala e muito se vive e nos preocupa: a fuga de cães nessa época de ano.
O meu Revéillon foi totalmente inusitado. Passei dentro do carro rodando a cidade em busca de uma cachorra que fugiu e, por causa das bombas e rojões, foi parar quase que do outro lado da cidade.
Cerca das 2h30 da manhã, encontramos. Nós cansados (sem esperanças) e ela desesperada. Em uma data festiva, como o Ano Novo, como teríamos ajuda? Divulgação no Facebook é algo que não adianta nessa época...
É um bom assunto a ser explorado. Até porque durante a nossa busca, encontramos outros cachorros encoleirados andando sem rumo pelas ruas.
(Em outro post falarei sobre a forma inusitada de passar a virada do Ano) =)
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Os sem objetivos
No seu íntimo você deve saber qual é o seu maior objetivo. Talvez, este ano você tenha conquistados vários! Mas sempre há um que nós perseguimos toda a vida e que nos faz seres humanos melhores...
Este post não é para fazer balanços comuns, típicos da época, do tipo: não consegui perder peso, não juntei certa quantidade de dinheiro, não fui promovido... e etc.
Este post é para repensar as ações humanas, de forma geral.
Acho que como todos, fiquei de boca aberta com a violência ocorrida durante o jogo Atlético Paranaense e Vasco, em Joinville. Foram cenas de pura selvageria, de falta de humanidade, eram bichos sem razão e sem objetivos.
O que aqueles homens têm de objetivo na vida? Na cena repassada dezenas de vezes na televisão fica difícil imaginar. Um cara forte batendo com uma barra de ferro na cabeça de um outro cara (porém franzino) já desacordado no chão.
Que objetivo é esse?
O problema é esse, as pessoas andam sem objetivo. Porque, afinal, um jogo de futebol ou a camisa de um time não pode ser motivo de uma guerra!
Quem tem o mais ínfimo objetivo não protagoniza cenas como essa.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Facebook não é pinico!
Antes dos adventos tecnológicos, a frase de origem era "meu ouvido não é pinico". Porém com a criação do Facebook, nada é filtrado e tudo é postado. É questão de falta de etiqueta social.
Talvez você seja um amante das mídias sociais, sabe tudo sobre os seus amigos via Facebook o/. Bom, vários teóricos já "previram" essa consequência da globalização: a individualidade em consumir conteúdo. Porém, o problema não está aí. O problema está em deglutir e arrotar esse consumo.
Talvez, pra você que me conhece bem, tudo o que eu falo está bem estranho. Contudo, diariamente presencio vomitadas via Facebook que andam me incomodando.
Quem nunca teve uma unha encravada? Uma briga? Uma desavença? Um inimigo? Um desamor? Todo mundo, meus caros.
As pessoas não são muito diferentes. Todo mundo está em busca de apenas uma coisa: a felicidade. Se não está bom pra você, ótimo, procure o seu caminho. Mas não precisa vomitar no Facebook.
As mídias sociais são formas de desenvolver a cidadania de um modo diferente. Porém, exerça a sua cidadania. Lute pela saúde, por mais empregos, por transporte gratuito... Tudo isso que, talvez, você, nunca soube do que se trata.
Ainda não há leis em redes sociais e no mundo virtual. Por isso mesmo, em um território sem regras, sem morais e etc, é onde e quando percebemos quem realmente são as pessoas.
Se o número de curtidas pra você representa a conquista do dia, abra o jornal e veja quantas pessoas estão em total dificuldade nas Filipinas. Curtiu?
Vomitar não é a melhor solução para os nossos problemas (talvez, seja só pra você!).
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
O que ele tem na cabeça?
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| Reprodução Tumblr |
Uma indagação recorrente é: O que aquele/esse/este cidadão tem na cabeça?
Diante de um Rei do Camarote explicando, em formato de tutorial, como ser o "cara" da balada; e um ídolo teen pichando qualquer muro da selva chamada Brasil, a tal pergunta ressurgiu vitaminada!
Visualmente, um tem uma careca não superada e o outro um cabelo trabalhado na cera e secador. Bom, mas não é isso que se reflete aqui (apesar de muito dizer sobre eles). Na verdade, é até fácil justificar o que se passa na cabeça de pessoas como essas: dinheiro e fama (por que não poder?).
De outro lado, frequentemente nos deparamos com seres lunáticos (no sentido de visionários e excêntricos) que vagam pelo mundo com os pés descalços e falando/cantando sozinho.
O que esse cidadão tem na cabeça?
É possível que seja mesmo o efeito do uso de substâncias fortes. Igualmente àqueles (Justin Bieber e o Rei do Camarote), há um vazio. E apesar de o vazio ser a ausência, são vazios diferentes. Porém é difícil imaginar a fundo o que essas pessoas de pé no chão (próximas a nós, mendigando por aí) pensam ou almejam.
Vagar!
Enquanto alguns vagam, outros vagueiam de Ferrari e nós divagamos... O que essas e aquelas pessoas têm na cabeça?
E o que esta pessoa tem na cabeça?
domingo, 13 de outubro de 2013
Somos caros, preciosos e raros?
Joias são sempre belas e caras. E seu valor, frenquentemente, é aliado com o tamanho da pedra preciosa e com a sua raridade.
Desse modo, o famosos Diamante Koh-I-Noor está em vários rankings como o mais valioso do mundo. Essa pedra adorna uma coroa britânica, mas já pertenceu aos povos indianos e, além de ser um dos maiores diamantes do mundo,está envolto de História e mistérios.
É o valor de algo que determina o seu preço ou o seu preço que determina o seu valor? Até porque tenho uma pedrinha que eu mesma capturei e tem valor imensurável, porém não tem preço (talvez, de tão barato que seja).
Difícil. É fácil até entender o valor da Koh-I-Noor. Porém, se compreendemos de fato o seu valor, precificamos tudo e todos, inclusive nós.
Qual é o seu valor? Me pergunto ciclicamente.
Se eu fosse uma pedra, teria o tamanho médio de todas elas e minha história pouco teria de raridade (apenas quando sou instigada a contá-la de perspectivas micro-introspectiva).
Aposto que definir o quanto valemos é uma tarefa árdua. Porém, a todo momento quantificamos e comparamos valores de pessoas e momentos.
Temos valor. E ele é único. Não tem influência na bolsa de valores. Muitos cobiçam e outros nem reparam.
Subir na balança ou posar em exposições de pouco adiantam para ser valorizado ou se sentir valorizado.
Quem é você? E saberás quão raro és...
quinta-feira, 4 de julho de 2013
UNF? Espalhando tensões!
Se tem uma coisa que eu detesto neste mundo é ouvir a expiração forte de outra pessoa!
E não estou falando de ronco ou respiração funda na hora em que está dormindo. Estou falando de respiração funda para espalhar tensões. E isso não faz bem, nem para quem respira e nem para quem está ao lado. Meditar sim, faz bem. Porque quando inspiramos e expiramos devagar, o som não é ouvido... Bom, você já vai entender...
Hoje, sentada na fila do banco, esperando minha senha piscar no monitor, escutei vários "UNFs"ao meu lado que me deixaram tão tensa e estressada. Queria que aquela persona non grata saísse logo dali pra deixar meus nervos em paz. Porém, hoje, mais do que normalmente, havia muitas pessoas da terceira idade, o que fazia piscar apenas o monitor da preferencial. E a cada vez que mudava a senha para uma da preferencial, escutava "UNF"...
Até que, quando eu estava a ponta de explodir, a senha do vizinho de banco piscou. Ele se levantou sem fazer barulho. E foi a minha vez de fazer "UNF". Também fiz, me "contagiei".
Percebeu? Respire fundo (bem fundo) nesse exato momento. E depois respire fundo, mas expire lentamente e bem de vagar, sem fazer barulho. Relaxar é isso.
Aquilo é espalhar tensão e contaminar os ouvidos de quem está a sua volta!
Juro! Que sempre que eu conseguri jamais farei UNF de novo!
terça-feira, 25 de junho de 2013
Nós: envolventes e envolvidos!
Já pensou o quanto somos envolvidos e envolventes?
Exclua o envolvido de culpado ou manipulável. Sinta o envolvido no sentido de ser rodeado.
Bem como, envolventes não precisa ser entendido apenas no sentido da paquera. Envolver significa, antes de tudo, abraçar.
Somos rodeados pelo que e por quem?
Abraçamos o que e quem?
Bom, minha intenção não é argumentar esses dois pontos. Minha intenção é envolver e, lógico, ser envolvida.
Isso não é besteira... O ser humano é assim:
"Conta-me e eu esquecerei; mostra-me e talvez eu me lembre; envolva-me e eu entenderei", (Provérbio Chinês)
Exclua o envolvido de culpado ou manipulável. Sinta o envolvido no sentido de ser rodeado.
Bem como, envolventes não precisa ser entendido apenas no sentido da paquera. Envolver significa, antes de tudo, abraçar.
Somos rodeados pelo que e por quem?
Abraçamos o que e quem?
Bom, minha intenção não é argumentar esses dois pontos. Minha intenção é envolver e, lógico, ser envolvida.
Isso não é besteira... O ser humano é assim:
"Conta-me e eu esquecerei; mostra-me e talvez eu me lembre; envolva-me e eu entenderei", (Provérbio Chinês)
terça-feira, 4 de junho de 2013
Merecemos? Bendita consciência!
Acho que se tem algo que nos incomoda mais que "cinco elefantes", é fazermos um autojulgamento. É complicado. É a tal consciência. Conforme Maslow: "O que é necessário para mudar uma pessoa é mudar sua consciência de si mesma". Ou seja, a consciência é a nossa essência e é feita de uma bagagem moral, ética e social fortíssima, além, é claro, de conhecimento puro e simples.
A consciência nos julga sem códigos penais, sem comparação ou jurisprudência. O que se torna uma carrasca. Mais algoz é quando, em algum momento da vida, nos perguntamos: "merecemos isso?". Seja lá o que for ou que está por vir que seja merecedor - seja sonhos materiais ou "sentimentais"-, o julgamento culmina em uma crise existencial.
Quantos "serás?" nos acometem. Será que não poderíamos ter feito melhor? Será que não é injusto com alguém? É complicado (mais uma vez), afinal por mais que queremos (e queremos muito!), a nossa consciência não nos compara de jeito nenhum, nem para o positivo e nem para o negativo. Pois, bem lá no fundo, sentimos se somos ou não merecedores.
Complicado (novamente) é quando, lá no fundo, achamos que não somos merecedores. O que fazemos? Não nos resta outra saída, senão trabalharmos.
"Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho", Thomas JeffersonAh, mas ganhar na Mega Sena todo mundo merece, não é mesmo?!
segunda-feira, 13 de maio de 2013
A chave preciosa da nossa vida!
(post um pouco atrasado, mas o que vale é a intenção!)
Por quantas portas você já passou? Não sei te dizer com
precisão o número exato, mas aposto que por inúmeras desde que eu nasci.
Nem sempre é fácil. Caminhar, assim como falar, comer, tomar banho - um dia - não foi uma tarefa rotineira... E tudo foi superado.
Um dia, escutei a seguinte frase da minha mãe: “se uma porta
se fechou pra você, pode ter certeza que duas janelas vão se abrir”. Sempre
tive facilidade em pular janelas, mas não tinha parado pra pensar isso.
E depois ainda percebi que nem sempre as portas estão
abertas pra gente de maneira confortável. Mas se tem uma pessoa que abre portas
(às vezes, até sem bater), essa pessoa é a mãe. E sempre com boas intenções e
muito carinho.
Engana-se quem acha que é fácil. Não é fácil pra ela abrir a
porta e deixar você ir.... Ir para à escola, à faculdade, ao trabalho, ao casamento...
Muitas vezes, nem pra gente é fácil. Foram a custo de lágrimas, risos,
palminhas... Tudo, para nos encorajar ou pedir atenção para a porta que ela
abriu.
Agora tente se lembrar por quantas portas/portões você já
passou pela vida? Impossível, são inúmeros.
Esse mundo, de inúmeras portas e janelas, foi apresentado
por nossas mães, a partir de quando ela sentiu as dores do parto. Todas as portas/vitórias que passamos foram abertas por ela.
Nada mais justo que chamá-las de chave da vida, certo? Sim, chave banhada a
ouro, pedras preciosas e adornada... Uma joia rara que não dá pra perder.
Obs: Agora, não precisa contar todas as portas em que você passar.
Apenas, se lembre da sua mãe quando atravessar muitas delas durante o seu dia.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Será que dá pra chegar?
Volta e meia penso nisso.
É um jogo de amarelinha!
A sensação, talvez, é a instabilidade de quando vamos pegar a pedrinha com uma perna só (naquelas casinhas duplas da amarelinha, sabe?!). Se colocarmos as duas mãos no chão ou cairmos, "dançamos". A vontade de continuar é maior e, muitas vezes, desequilibramos.
Sabemos onde queremos chegar (ou achamos que sabemos), mas não conhecemos todos os caminhos, todas as casinhas... Avançar depende de muita coisa: acertar a mira, não pisar fora do quadrado, não por as duas mãos no chão, manter o ritmo, não cair e, principalmente, não desistir. Esperar a vez pode ser bom!
Gosto muito de muita coisa, mas não sei tudo sobre os filmes marcos do cinema, nem conheço todos os estilistas e grifes, nem me lembro os nomes das músicas do Rock Grunge... Mas avanço casas, quando não estou esperando a minha vez chegar!
terça-feira, 23 de abril de 2013
Um espelho no meio do caminho!
No conto de fadas da Branca de Neve, a Bruxa Má tem um espelho que se comunica e até aconselha a malvada. Na verdade, ele é quase que um mago, sabe dizer com precisão quem é A mais bela.
Estar na frente do espelho é uma situação corriqueira que nos faz perceber a nossa metamorfose de cada santo dia, da cara de sono ao acordar até a olheira de cansaço ao se deitar. As pessoas se cultuam na frente do espelho, se acham magníficas... Basta dar uma olhada nas redes sociais (Facebook e Instagram) para perceber o quanto o espelho é um objeto cultuado.
Porém, estar atrás dele não é muito comum. É algo até inimaginável.
É quase que olhar no buraco da fechadura. É observar alguém no seu estado mais contemplativo de si e também mais frágil. Estranho, né?! O espelho é uma forma de enxergarmos externamente nós mesmos, é íntimo.
Passo boa tarde do meu dia atrás de um espelho. Trabalho em um escritório cujos vidros externos são espelhados e os internos simplesmente transparentes. Observo inúmeras pessoas parando para arrumar o cabelo, passar batom, ajeitar o boné (e até o piercing da sobrancelha) e tirar fotos com os amigos.
Essas pessoas se entregam sem medo, tornam as intimidades vulneráveis e se admiram.
Hoje, sei como o espelho da Branca de Neve funciona. Como espelho, dá vontade de falar, rir e deixar claro que aquilo é só um reflexo. Reflexo? Não tem ninguém mais bonito e nem mais feio que o seu reflexo. É seu, é íntimo!
O problema do ser humano (como um todo) é se perder por um reflexo. Às vezes, cega, confunde e hipnotiza... Um problema!
No meio do caminho tinha um espelho
Tinha um espelho no meio do caminho!
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Ilustrações que fazem pensar!
Um ilustrador que produz desenhos simples, coloridos, divertidos e cheios de significados. Chow Hon Lam, da Malásia, tem uma coleção imensa de boas ilustrações e com muita coisa a dizer. A ironia faz parte do seu trabalho e, agora, Chow criou uma loja onde abriga camisetas estampadas com o seu design. É a Flying Mouse 365 Store:
Cada um pode entender de um jeito a arte de Chow, mas depois todas nos deixam com uma pulguinha atrás da orelha:
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| Inverteram os papéis? |
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| Adaptação de tudo e de todos! |
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| Limite de velocidade exigido até para os Super-heróis |
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| E lá se foi mais um! Virou suco! |
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| Um abraço dolorido! O amor supera? |
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| Vivemos em uma sinuca de bico? |
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| A vaidade |
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| Dá pra reproduzir tudo? |
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| E essa vai para o Instagram! |
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| Todo mundo pode voar... Até um avestruz! |
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| A coisificação dos seres vivos. Tudo é em série e fabricável. |
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| Uma perspectiva simples para entender o que tem dentro de um porquinho |
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| A faca e A colher disputando o coraçãozinho dO garfo |
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| Limites para a dominação?
E vocês, como interpretaram?
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segunda-feira, 25 de março de 2013
Namoro de fases?
Qualquer relacionamento é construído por fases, principalmente quando o assunto é namoro. É como se fosse a metamorfose da borboleta, mas, muitas vezes, no sentido oposto: nasce uma borboleta e se transforma em uma lagarta (brinks). A paquera, os primeiros papos, os encontros, o primeiro beijo, o início da intimidade, o aconchego, a rotina, as brigas... Enfim, um retrato (ou melhor, retratos) da involução de um amor pelas lentes poéticas de Julien Mauve que narrou uma história um tantinho triste, mas que serve pra pensarmos em que fase estamos e se não podemos congelar no momento mais mágico (o três eu acho o mais fofo!). Senhoras e senhores, com vocês:
Hopeless Romantic
E, aí? Podemos mudar isso aí, hein?!
quarta-feira, 20 de março de 2013
Ser ou estar?
Quantas vezes nós já falamos "sou assim" como justificativa e ponto final. É uma forma inconsequente de camuflar uma inevitável e necessária mudança. Mudar de opinião, de jeito, de pensamento não quer dizer mudar de lado, quer dizer aperfeiçoar a sua bagagem que nunca será perfeita, mas tende sempre a ser tornar (ou não).
Copilo um texto que não tem autor exato, é provável que seja de William Shakespeare
"Determinismo Genético"
Sempre que uma pessoa afirma, confiantemente, "eu sou assim...", note que ela está simplesmente procurando uma desculpa para um comportamento que ela própria sabe não ser o melhor. Quando faltam argumentos e uma razão real, objetiva e emocionalmente integrada, alguns somente repetem o velho e "seguro" chavão: "eu sou assim..." e continuam a fazer as coisas da mesma forma. Isso é chamado de “crença no determinismo genético”. Quem diz isso abdica de qualquer responsabilidade sobre si mesma, jogando a "culpa" na genética ou nos deuses, como se a própria pessoa não tivesse meios de alterar sua vida.
Existe um meio melhor.
Quem diz “eu sou assim...”, faz de conta que não está pensando, faz de conta que não possui liberdade de escolha, faz de conta que há algo programado dentro dela, e que não existem meios de alterar essa programação. A quase totalidade das pessoas que insistem em dizer “eu sou assim...”, têm receio de mudar e são complacentes com elas próprias, agindo como uma avestruz, colocando a cabeça em um buraco no chão...
Mas nós nunca "somos" coisa alguma. Sempre estamos. Estamos jovens, estamos sadios, estamos acordados, estamos educados, estamos esforçados, estamos atentos, estamos felizes e assim por diante. O que "está" pode ser mudado, mas o que "é" não pode.
Há uma enorme diferença entre "ser e estar". Quando dizemos que estamos sem dinheiro, estamos solitários, estamos tristes, estamos sem imaginação, estamos com problemas... deixamos claro para os outros (e para nós mesmos) que esta é uma condição transitória e que estamos trabalhando para mudar o quadro. Dizer: "eu estou acima do peso" é muito diferente de dizer "eu sou gordo".
Quando usamos o verbo "ser", definimos uma condição de vida que independe de nossa vontade. Sou do planeta Terra: é uma condição imutável. Estou na França: é uma condição transitória.
Escute o que você diz para os outros e para sua própria mente. Se você disser algo começando com a frase "eu sou assim mesmo..." verifique imediatamente se não está somente tentando explicar o inexplicável para seu próprio coração. Não tente se enganar, porque, no fundo, você vai saber que é uma afirmação falsa.
Somente quem muda, sobrevive. Como diz William Shakespeare: "Ser ou Não Ser? Eis a questão".
Neste caso, é a sua questão, porque é a sua vida.
Reflita.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Santa aproximação!
Fonte: http://pinterest.com/kiddstene/
A aproximação é imediata (ou quase) quando encontramos alguém que tem o mesmo signo que a gente. E aí, vem logo a pergunta: "em qual dia você nasceu?".
A aproximação é ainda maior quando encontramos alguém que faz aniversário no mesmo dia que o nosso. Quanta coincidência!
A aproximação torna-se uma ligação (ou a ligação torna-se uma aproximação?) quando nascemos juntos, vivemos e convivemos durante meses na barriga da mãe. Essa situação é para poucos, nem todo mundo tem essa ligação. Santa coincidência!
Dividir um espaço de centímetros de diâmetro por vários meses é uma tarefa tranquila para quem é múltiplo (gêmeo, trigêmeo, quadrigêmeo...). O aperto é conforto.
Dividi-se tudo, dos cuidados materno até a mesma face (ou quase a mesma). "São tão iguais". Iguais (=) ou parecidos (≈)? O fucinho de um não é igual ao do outro. São parecidos e comparados!
A nossa intersecção de semelhanças é um pouco mais abrangente que o normal... É a santa aproximação!
Na verdade, não somos múltiplos, somos divisores. Sabemos dividir. Uma bolacha não se duplica e se materializa em duas. Ela se reparte e pode ser distribuída para duas, três, quatro... pessoas.
É um prazer ser contemplado com essa característica, que não é minha, é nossa! Santa coincidência!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
As coisas boas não mudam!
Não sei vocês, mas quando estou em um lugar diferente e sozinha acabo reparando em alguns detalhes. E aqueles que estão a minha frente são os mais examinados.
Outro dia estava em uma padaria "nova" comendo aquilo que eu mais gosto: pingado e pão na chapa. Simples, né?!
Observei que o estabelecimento era um minisupermercado com prateleiras de produtos de limpeza, macarrão instantâneo, farinha... E bem na minha frente havia um quadro com uma propaganda:
Outro dia estava em uma padaria "nova" comendo aquilo que eu mais gosto: pingado e pão na chapa. Simples, né?!
Observei que o estabelecimento era um minisupermercado com prateleiras de produtos de limpeza, macarrão instantâneo, farinha... E bem na minha frente havia um quadro com uma propaganda:
É uma publicidade de cerveja que não mostra peitos e bundas (já começa aí). Marcas que conhecemos e apreciamos hoje, que parecem novas/atuais, mas não são. Fiz um revival da minha vida, não só porque conheço o palito Gina desde que decorava meus desenhos na pré-escola, mas pelo slogan: "As coisas boas não mudam".
E o que não é bom? Refletindo, o que não é bom, às vezes, insistimos em manter em nossas vidas por pura inocência ou pela superstição de que o que é chato e difícil é melhor. Vai entender!
Respirei fundo ao pensar nisso e a primeira coisa que me veio à mente foi cortar as pontas do cabelo. Assim que pude, marquei horário e tirei o excesso da cabeça.
O que é realmente bom sempre permanece, assim como pingado e pão na chapa!
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Formar
Foto: Bruna Giorgi
Já imaginou a infinidade de grãos de areia que existe em uma praia? Milhares, milhões, bilhões...Mas para se formar um grãozinho o processo é longo. Anos.
O processo de formação da areia começa com a ação do vento, da chuva, de raízes e de microorganismos sobre uma pedra (site Mundo Estranho)Ou seja, há desgastes, há parcerias, há trabalho, há distâncias... E depois de alguns anos, um grãozinho de areia que parece ser uma partícula indivisível (doce ilusão) se forma e compõe um oceano de areia.
Ao concluirmos uma jornada "longa" (que passou tão rápido) e finalmente nos formarmos, nos sentimos de duas formas:
1. Querer ser a areia que pinica ou amacia o pé de quem caminha na orla da praia (ser o diferente, se destacar)
2. E de um outro lado, nos sentimos um grãozinho no meio de quantos outros? Perdidos...
Talvez, sejamos a ponta de um castelo maravilhoso, ou sejamos levados para dentro da vida submarina e viramos pérolas, ou façamos parte de um vendaval, ou... ou!
Fazemos parte de um todo enorme. Mas conseguimos vislumbrar um horizonte cheio de expectativas e possibilidades. Se estamos aqui, neste local, desta praia enorme é porque temos utilidade.
A pérola tem valor material
O castelo desperta o sorriso de uma criança
E o vendaval muda cenários!
Mãos à obra!
Eu sou jornalista com diploma, um grãozinho a mais (talvez)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Offline!
Experimente!
Experimente ficar um dia sem internet. Até conseguimos, mas nos falta alguma coisa. Isso porque vai ter sempre alguém que perguntará:"você viu aquele vídeo que bombou no Face?", e você não viu!
Quaaannnto problema, só que não. Na verdade, hoje, na sociedade high tech-compromissada com causas sociais, é um problema.
Ficamos conectados o tempo todo com o outro, esquecemos de conversar com nós mesmos, de entender o que queremos e nos concentrar em conseguir.
A marca de chocolate Kit Kat promoveu uma campanha em Amsterdam "No Wi-Fi", cujo objetivo é fazer as pessoas se sentarem e conversarem online, ao vivo, a cores, real.
Mas, talvez, a campanha bem intencionada sofra com a maldição do 3G!
Experimente ficar um dia sem internet. Até conseguimos, mas nos falta alguma coisa. Isso porque vai ter sempre alguém que perguntará:"você viu aquele vídeo que bombou no Face?", e você não viu!
Quaaannnto problema, só que não. Na verdade, hoje, na sociedade high tech-compromissada com causas sociais, é um problema.
Ficamos conectados o tempo todo com o outro, esquecemos de conversar com nós mesmos, de entender o que queremos e nos concentrar em conseguir.
A marca de chocolate Kit Kat promoveu uma campanha em Amsterdam "No Wi-Fi", cujo objetivo é fazer as pessoas se sentarem e conversarem online, ao vivo, a cores, real.
Mas, talvez, a campanha bem intencionada sofra com a maldição do 3G!
Imagem: Reprodução/ hypeness.com.br
domingo, 30 de dezembro de 2012
A virada!
Ai, 2012! Esse é o meu suspiro quando me perguntam sobre o ano que se vai... Talvez a frase mais correta seria: "Vou sentir falta". Vou sentir falta: da vida de universitária, das pessoas que me acompanh!aram 4 anos
ou apenas 1 ano, de um ser que se foi, dos bebês-cachorros que vi com dias de vida, da expectativa
A página de 2012 está sendo virada ou "vamos comemorar a virada do ano?". E isso significa muuuitas coisas!
O verbo virar me parece, algumas vezes, tão feio. Mas, ele guarda inúmeros significados, mais de dez no Dicionário Michaelis, mas que sintetizei em quatro:
Voltar é um sentido forte: fechar um ciclo e (re)começar tudo de novo (de novo). De dezembro voltamos a janeiro. Caminhamos para frente ou para trás? Ou significa a voltar a ter esperanças ou um sentimento que há tempos não vivíamos?
Voltar... Eu voltei para o meu endereço de 22 anos, mergulhei em uma caixa de fotografias, voltei a respirar...
Pôr no sentido oposto. O dicionário cita exatamente: "virar a página", mas não significa dar às costas. Na verdade, é olhar para frente e se precisar, retomar um parágrafo lá trás que se perdeu.
Mudar de direção ou de rumo nada mais é do que renovar, ampliar o horizonte. É a hora de jogar fora aquilo que não nos fez bem em 365 dias anteriores e caminhar de forma mais leve. A prece maior é se juntar (cada vez mais) com pessoas que tenham propósitos parecidos e que nos façam sentir bem. Amém! xD
Despejar bebendo até a última gota. E por fim... Festejar, mas não só em uma data, mas em todas. Ou entendamos como se jogar de corpo e alma naquilo em que acreditamos. Dedicação.
Depois dessa retomada, pude entender um pouco melhor o significado da Virada do Ano. Então, vire a sua página com todas as melhores significações possíveis ;)
À vida!
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