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domingo, 29 de dezembro de 2013

Quando o novo nasce?


Definir o novo não é algo tão simples. De forma superficial, podemos dizer que o novo é inédito, mas não necessariamente diferente - há tantos momentos, coisas, situações que parecem repetidas, mas são novas e inéditas.
Entretanto, o novo necessariamente surpreende. Nós sempre temos algo a dizer do novo, não é? Quantas situações novas você já participou? Quantas novas pessoas (e não pessoas novas) você conheceu?
E quando nasce o novo? Na verdade, para todas as perguntas, a resposta é a mesma: a todo o momento. Mas, aquele novo de que estamos acostumados a falar, nasce dos nossos olhares.
O novo para existir precisa de ação. Assim, observe: consideramos o novo quando atuamos como protagonistas das ações.
Não dá pra ficar acionando uma tecla de “protagonista” para tudo, mas dá para transformar nosso olhar. Tudo pode ser novo e tudo pode ser surpreendente. E, lógico, o novo não significa que é bom, mas significa, muitas vezes, que é surpreendente.
Surpreenda-se , supere-se.

O ano novo está nascendo... Quando? Onde?

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Será que dá pra chegar?


Começar algo novo é as duas faces de uma mesma moeda. É sempre bom, empolgante. Porém, a sensação de: "onde vamos chegar?" é atormentante.
Volta e meia penso nisso.
É um jogo de amarelinha!
A sensação, talvez, é a instabilidade de quando vamos pegar a pedrinha com uma perna só (naquelas casinhas duplas da amarelinha, sabe?!). Se colocarmos as duas mãos no chão ou cairmos, "dançamos". A vontade de continuar é maior e, muitas vezes, desequilibramos.
Sabemos onde queremos chegar (ou achamos que sabemos), mas não conhecemos todos os caminhos, todas as casinhas... Avançar depende de muita coisa: acertar a mira, não pisar fora do quadrado, não por as duas mãos no chão, manter o ritmo, não cair e, principalmente, não desistir. Esperar a vez pode ser bom!
Gosto muito de muita coisa, mas não sei tudo sobre os filmes marcos do cinema, nem conheço todos os estilistas e grifes,  nem me lembro os nomes das músicas do Rock Grunge... Mas avanço casas, quando não estou esperando a minha vez chegar!