Volta e meia penso nisso.
É um jogo de amarelinha!
A sensação, talvez, é a instabilidade de quando vamos pegar a pedrinha com uma perna só (naquelas casinhas duplas da amarelinha, sabe?!). Se colocarmos as duas mãos no chão ou cairmos, "dançamos". A vontade de continuar é maior e, muitas vezes, desequilibramos.
Sabemos onde queremos chegar (ou achamos que sabemos), mas não conhecemos todos os caminhos, todas as casinhas... Avançar depende de muita coisa: acertar a mira, não pisar fora do quadrado, não por as duas mãos no chão, manter o ritmo, não cair e, principalmente, não desistir. Esperar a vez pode ser bom!
Gosto muito de muita coisa, mas não sei tudo sobre os filmes marcos do cinema, nem conheço todos os estilistas e grifes, nem me lembro os nomes das músicas do Rock Grunge... Mas avanço casas, quando não estou esperando a minha vez chegar!

Um comentário:
Adorei o texto, tão fofinho mais tão realista. Seguindo
http://dosesdeadolescente.blogspot.com.br/
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