sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Adiós, novembro!


Imagine-se sem o mês de novembro? Seria a coisa mais absurda do mundo!
Agora, imagine-se sem o mês de outubro? Normal! De setembro passaríamos a novembro, e o sentimento seria o mesmo, praticamente (sinta isso).
Parece-me que novembro é o mês do turbilhão de emoções. São muitos os aspectos a se resolver, a concluir... Por isso que neste mês vamos de um extremo ao outro! No início não o aguentamos mais e ao fim dele, temos saudade.
São 30 dias que se vai no piscar de olhos, mas nos deixa uma bagagem de aprendizado... Sensacional!

Acabou... Ele se foi (Graças ao Bom Senhor de Dezembro ou que pena!). Dezembro tem um outro clima, muito mais leve, tranquilo e amistoso.
Adeus, novembro! Nos encontraremos em breve com a sensação de que os nossos cabelos estão em pé e de que o ano passou rápido demais ;)

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O ontem não volta mais!


Foi uma sensação estranha!
O dia parecia alegre e triste! Voltaria a viver a minha vida e deixaria um momento tão especial para trás.
Acordei, tomei café, selecionei os alimentos que venceriam logo e os que poderiam ser reutilizados. Estava mais muda que nunca. Terminei de arrumar minhas coisas. Entrava de meia em meia hora na Internet pra saber novidades. Almocei com Melissa, minha amiga mexicana, que desde então não a vejo! Eu estava tão tensa, tão quieta, tão incomodada com aquela situação. Queria dizer que eu ficaria ou que eu só iria embora quando cansasse... Mas já estava cansada, crises de choro me perseguiam.
A tarde parecia que não queria passar, eu queria aproveitar cada parte daquela casa, na rua Nogoya, mas também sabia que era questão de horas e aquilo não pertenceria mais a mim. Fui a varanda, ao quintal, a laje, queria encontrar a gata... E nesse dia, ela decidiu não aparecer.
Agradeci las chicas que dormiam no mesmo quarto que o meu, uma já estava de férias e nem me despedi! Bati no quarto de outras duas e elas já não estavam mais lá. Era questão de horas (horas que teimavam em não passar). Deu 15h30 e o táxi chegou. A despedida com Melissa foi retardada (Obrigada, Meu Deus, acho que cairia em prantos naquele portãozinho), ela foi comigo a rodoviária. Ficamos conversando na plataforma do ônibus sobre a árvore de Natal da minha casa, do fato das minhas irmãs não me esperarem no aeroporto, o que eu iria comer quando chegasse, as histéricas da casa Lila... Até que deu 15h50. Não aguentava mais prolongar o sofrimento. Disse que iria subir no ônibus e uma dor invadiu meu coração. Lágrimas rolaram, abraços ressurgiram e não precisou de mais nenhuma palavra. Sabiamente, Melissa me disse: volte com o pão, copiando a frase do seu priminho que fala quando alguém vai embora da sua casa.
Subi no ônibus. Um filme passou na minha cabeça. Não ousei olhar pela janelinha. Quando senti que o ônibus estava no túnel que passa embaixo do rio Paraná que liga a cidade de Paraná a Santa Fé, me deixei olhar pela janela, filmei aquela cena pela última vez. 
Chovia muito em Córdoba, cidade onde tomaria o avião. Cheguei ao aeroporto com uma antecedência de mais de 4 horas, era um pouco mais de 11h da noite e o meu voo era às 4h. Tomei café uma três vezes, sentei em um banco pra esperar. Chovia muito, rezava desesperadamente até que um argentino que viria ao Rio de Janeiro me deixou supersegura, só que não! Contou que quando voltava do México, próximo as Cordilheiras do Peru, o avião teve turbulência, máscaras de oxigênio caíram e  um homem cortou a sobrancelha. Fiquei muito tranquila e decidi pesar a minha mala que tinha que dar 23kg pra não pagar excedente ou até 30kg pra ela viajar no mesmo voo que o meu. Pesei e bateu os 32kg. Fui ao banheiro do aeroporto e me desfiz de toda a papelada (fiquei triste, foram muitos pesos desperdiçados naqueles xerox) e consegui bater os 27kg (ufa!).
A decolagem foi bem tensa, mas logo já estava no Brasil, fiz conexão em Porto Alegre. Cheguei falando espanhol, me esbaldei no free shop e fui correndo comer pão de queijo. Me senti deslocada, em um estágio de purgatório: nem cá e nem lá. A conexão até São Paulo foi conturbada, nenê chorando, avião trocado... Cheguei!
Sentia que meu pai e minha mãe estavam me esperando do outro lado do portão de desembarque e a mala não chegava nunca. Olhei pelo vãozinho e vi a cabeça do meu pai. Meu coração disparou, minhas olheiras tomaram peso... Finalmente chegou a minha mala, a peguei com pouco esforço e sai, farejando a origem materna e paterna. Abracei, não chorei, mas disparei a falar: perguntei o motivo da ausência das minhas irmãs, contei a trajetória, a papelada no lixo, o pão de queijo...
Cheguei em casa dia 26 de novembro de 2011, umas 16h. Lá estava uma árvore de Natal pronta e minha irmãs a minha espera. Tudo igualzinho do jeito que eu sai. Me senti no conforto do lar e logo tirei o sapato. Mas estava muda, me sentindo novata com aquela situação, tentando me achar. A pergunta geral era: "você está bem?". Estava ótima, com saudades do ontem que não voltaria mais. Realmente o ontem não voltou mais. O ontem já virou um ano e a saudade não passou, mas já se transformou em um sentimento muito feliz!

Obrigada pela paciência em ler e compartilhar um pouquinho desse momento!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A todas as noites mal dormidas!


Acho que hoje eu senti uma pontinha do orgulho que é ser mãe!
Planejar, gestar, conceber uma ideia dá trabalho!
Pô-la a prova dá mais ainda. Nos deixa com a mesma insegurança das nossas mães quando elas nos levam pela primeira vez para escola de mãos dadas e nos deixam (aos olhares da sociedade) na porta do colégio.
Você sabe que o moldou/formou muito bem, com toda carinho, dedicação e noites acordadas. Mas tem certo receio do comportamento dele perante outros olhares. Olhares bons esses que o vê de fora, o enxerga de outra maneira: o filhinho da mamãe (ou criadinho por vó), o rebelde sem causa, o preguiçoso simpático, o revolucionário sem revolução... Enfim, optei que o meu filho fosse o criadinho por mãe (descolada ;). Excesso de amor, zelo e cuidados? Talvez, e sabia disso!
Ele foi posto a prova e foi bem avaliado, elogiado e referenciado com "mas"e "porém", mas tudo de forma muito construtiva. Eu me orgulho dele. Orgulho-me do meu esforço.
Valeu a pena!
Obrigada a todos pelo apoio, hoje sou (praticamente) uma jornalista com diploma!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Estou in love!


Paquerar é uma fase ótima na vida!
Só de vislumbrar o relacionamento, o coração palpita, os olhos brilham e já imaginamos o casamento. Ok, eu sou muuuito romântica. Talvez!
Mas pensando bem, essa idealização e o sentimento de querer conhecer mais são o que nos movem a sair do nosso estado de conforto. O namoro também é bom. Passamos a conhecer melhor o "ar que respiramos", nos desiludimos, surpreendemos, decepcionamos ou aceitamos o casamento. Casamento, sim, é coisa muuuito séria (mas esse é outro assunto).
Estou numa fase assim, paquera total. 
Veja bem (e vou até grifar): tenho um namorado (Eduardo) lindo há mais de um ano e meio e estamos muito bem ;).
O que paquero são as oportunidades. Estou prestes a me formar e paquero o emprego mais almejado de toda a minha graduação... e tenho possibilidades. Ele está correspondendo as minhas piscadelas. Delírio? Talvez! Mas já me vejo casada com ele. Acho que estou apaixonada!
Penso nesse sentimento de querer conhecer e aprender com algo e isso me faz querer paquerar todos os aspectos da vida e todos os dias.
Já comprei blusa nova para vê-lo!xD

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Olhares: dicas de fotografias


Adoro olhar alguma coisa por perspectivas inusitadas. É diferente. Engraçado. É legítimo. E adoro ver ideias criativas fluindo! Selecionei dois fotógrafos que me encantaram com as suas "artes". Um relaciona cinema, cenário e foto; e o outro registra praias sob a perspectiva do céu azul, já que ele, de um helicóptero, fotografa as praias em dia ensolarado:


 
25th Hour (2002)

I Am Legend (2007)

The Longest Week (2012)

Captain America The First Avenger (2011)

(St. Tropez)







quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mais 4 anos


Esta foi a frase que Obama proferiu hoje ao ser reeleito como presidente dos Estados Unidos.
Hoje, exatamente, hoje, entrego o meu TCC e fecho sem reeleição (espero) o meu ciclo acadêmico de 4 anos.

Obama disse que volta à Casa Branca mais inspirado e determinado
Inspirada porque, apesar da carga horário de atividades diárias, consegui terminar um trabalho que tem limitações, mas eu me orgulho. É como eu digo: se eu me fiz entender, ele está maravilhoso. Determinada certamente. Focarei em projetos que realmente eu quero, sem desperdício de tempo (e tutano)

E completou que "o melhor está por vir"
Eu também acredito nisso! Depois de 4 anos (sem reeleição) o melhor está por vir, um futuro incerto e que, talvez, me tire da zona de conforto. Me animo com essa ideia!

Mesmo eu não querendo reeleição, quero seguir em frente. Dar continuidade. Pôr em prática. Tirar do papel. Fazer projetos e teses... Desse eu quero reeleições ilimitadas!
Acho que já posso ser presidente dos Estados Unidos. 
O trabalho está só começando!