Definir o novo não é algo tão simples. De forma superficial,
podemos dizer que o novo é inédito, mas não necessariamente diferente - há
tantos momentos, coisas, situações que parecem repetidas, mas são novas e inéditas.
Entretanto, o novo necessariamente surpreende. Nós sempre
temos algo a dizer do novo, não é? Quantas situações novas você já participou? Quantas
novas pessoas (e não pessoas novas) você conheceu?
E quando nasce o novo? Na verdade, para todas as perguntas,
a resposta é a mesma: a todo o momento. Mas, aquele novo de que estamos
acostumados a falar, nasce dos nossos olhares.
O novo para existir precisa de ação. Assim, observe: consideramos o novo quando atuamos como protagonistas das ações.
Não dá pra ficar acionando uma tecla de “protagonista” para
tudo, mas dá para transformar nosso olhar. Tudo pode ser novo e tudo pode
ser surpreendente. E, lógico, o novo não significa que é bom, mas significa, muitas
vezes, que é surpreendente.
Surpreenda-se , supere-se.
O ano novo está nascendo... Quando? Onde?

