quinta-feira, 27 de junho de 2013

Que mundo pequeno e grande!

Confira a série de fotos Magnifying Glass do fotógrafo Salih Agih

Em uma planeta razoavelmente grande, encontramos nosso vizinho no mesmo restaurante que nos indicaram em uma viagem em outra cidade ou trabalhamos com a namorada do seu melhor amigo de infância, muitas vezes, sem saber... E por aí vai as "coincidências"!
E eu sempre digo "que mundo pequeno!".

Do mesmo modo, me perco (ou perco minhas coisas) na minha própria casa, no meu próprio guarda-roupa. E o mundo parece tão grande!

Esta semana, o mundo ficou tão grande e tão pequeno ao mesmo tempo. Um bairro ficou enorme, porém o mundo (simbolizado, é lógico, pelo Facebook) ficou tão pequenininho. É isso que dá perder algo de real valor! Na verdade, o cachorro (algo de real valor) foi quem fugiu.
Ele ficou por dois dias na mesma rua onde mora e, por mais que todos passassem por ali procurando-o, ninguém o via. Procuramos pela cidade inteira (que já não é grande), pelo bairro inteiro e ele estava logo ali, em um mundo grande (só que não).
Contudo, pessoas que foram indicadas para contribuir com a busca e que eu mal sabia o nome, de um jeito misterioso, pularam/brilharam/piscaram na timeline do meu Facebook. Que mundo pequeno!
Só que não!

O mundo com uma lupa!

O fotógrafo Salih Agih fez um ensaio diferente e cheio de significado, chamado Magnifying Glass! Veja o que acha?









terça-feira, 25 de junho de 2013

Nós: envolventes e envolvidos!

Já pensou o quanto somos envolvidos e envolventes?
Exclua o envolvido de culpado ou manipulável. Sinta o envolvido no sentido de ser rodeado.
Bem como, envolventes não precisa ser entendido apenas no sentido da paquera. Envolver significa, antes de tudo, abraçar.


Somos rodeados pelo que e por quem? 
Abraçamos o que e quem?


Bom, minha intenção não é argumentar esses dois pontos. Minha intenção é envolver e, lógico, ser envolvida.
Isso não é besteira... O ser humano é assim:
"Conta-me e eu esquecerei; mostra-me e talvez eu me lembre; envolva-me e eu entenderei", (Provérbio Chinês)

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Um lugar melhor - É isso que queremos!

Fazer do lugar onde vivemos um lugar melhor é a origem de todas as manifestações que estamos vendo há uma semana por todo o Brasil. Cada um faz aquilo que pode, dá melhor forma que pode. Não me refiro em ficar sentada no sofá, mas, sim, em oferecer voluntariamente o que você tem de melhor. 
Doação é a palavra.
A artista francesa Mademoiselle Maurice espalha coisas boas por aí, coisas que ela acredita e faz de cada cantinho por onde passa uma explosão de alegria e "boniteza". Dá uma olhada no trabalho de Mademoiselle que decora os lugares públicos com origamis coloridos:











Alguns projetos são em prol a causa ambiental, outros como incentivo de artistas locais, outros para reviatlizar a vizinhança e ainda outros que são feitos porque simplesmente dá vontade. Exemplo!
Fonte: Lola Digital

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A bailarina da caixinha de música!


Nunca entendi direito a função das caixinhas de música. Minha mãe falava que era pra guardar as joias. Bom, joias nunca eu tive, mas depositava os aneizinhos e pulseiras advindos das promoções mais diversas de pirulitos e balas.
Olhava aquilo tudo e queria ser a bailarina da caixinha de música com saia tutu, sapatilhas de ponta e coque no cabelo para esperar alguém dar corda. Afinal, dar corda é um movimento involuntário, só faz quem quer ver o “espetáculo”.
E, hoje, refletindo sobre a vida com os olhos fixos em um chaveiro que abre e fecha, entendi a verdadeira função da caixinha de música.
Um dia – quando não tinha problemas – me sentei no chão do quarto, segurei a caixinha no colo e perdi meu olhar mirando a bailarina. A música de Für Elise e os rodopios me levaram para longe. Passava tantas coisas desordenadas na minha cabeça que uma lágrima rolou. Depois de várias cordas, vários rodopios, senti tudo claro e simples como a bailarina. Fechei a caixinha e estava pronta novamente para me esquecer da plateia e dançar conforme a música, quando ela fosse bonita.

... Por isso, talvez, queria ser a bailarina da caixinha de música... Perder os olhares e o pensamento das pessoas são bons motivos!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Carta a Isa - Primeiro Amor!



Há alguns dias, conversei com uma garotinha de 7 anos, que segredou para mim que nunca havia tido o primeiro amor. Bom, inicialmente, fiquei pasma... Como uma menininha poderia ter tido algum amor? Nessa altura, a diferença de idade me fez aconselhar com a voz da experiência e disse que era muito cedo. Era normal.
Mas, acabei refletindo sobre a importância que damos ao pioneirismo dos fatos e o que consiste ao amor de fato. Por isso, decidi escrever uma carta a Isa, me desculpando pela mancada:



Bom, esqueci de contar. A Isa depois de me segredar sobre o primeiro amor, viu um garoto-moleque da mesma idade dela brincando e se jogando no chão, e disse: "jamais eu olharia pra ele, só olho pra gente bem vestida. Quero namorar alguém que use terno".
Choquei, né?! E nem respondi, não tinha palavras... Taí a explicação de ela ter me pegado de surpresa!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A etiqueta irrita! #Desabafo



Sabe aquele dia que você passa o tempo todo incomodada por causa de uma etiquetinha da calça ou da blusa? Aconteceu hoje comigo e é uma sensação que arranha, coça, irrita...
Até tentamos resolver na hora, mas nem sempre o "na hora" é o melhor momento e, então, ficamos incomodados até que os afazeres e prazos nos consomem e, depois da ocupação, presenciamos o ócio ser consumido pela indesejada pinicada da etiqueta.
Bom, bem na verdade, essa não foi a primeira vez que a etiqueta dessa minha calça me incomodou. Como sempre, depois de nos vermos livres do problema em um primeiro momento, nos esquecemos dele e achamos que nunca mais voltará a acontecer. Doce ilusão. Hoje, na pressa, me vesti com A calça (bendita calça), me esquecendo do "pequeno problema". Então, já sabe... Hoje o dia foi incômodo (pra #$%^&) que até pensei em nunca mais usar a peça.
Decidi ser menos radical e mais prática, e cortei a etiqueta bem rente à costura. Mas, não importa a melhor saída que tomemos, o importante é que, para não sermos mais incomodados, devemos agir, cortar o mal pela raiz. Afinal, quem nunca foi incomodado por uma etiqueta?
Nem sempre é tão fácil e simples como uma etiquetinha. Porém, temos tesouras suficientes para acabar com as pinicadas do nosso dia a dia. Não é?!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Os problemas de todo dia!

Teimamos em ter problemas e fazer deles um sofrimento. Quanto tempo nós não desperdiçamos da nossa vida com eles? Muito, quase sempre temos um. Falando assim, até parece fácil encará-los. Mas, na hora que algo dá errado, o stress bate ou nos descontrolamos, surgem probleminhas que para nós são os MAIORES PROBLEMÕES do universo. Aí, quem está do lado tem que compreender, nada mais... Até porque, o dia seguinte faz um bem...
Por isso, para amenizar as complicações da rotina e percebermos que todo mundo tem os benditos problemas, selecionei algumas ilustrações e fotos para SEMPRE encontrarmos soluções:






terça-feira, 4 de junho de 2013

Merecemos? Bendita consciência!


Acho que se tem algo que nos incomoda mais que "cinco elefantes", é fazermos um autojulgamento. É complicado. É a tal consciência. Conforme Maslow: "O que é necessário para mudar uma pessoa é mudar sua consciência de si mesma". Ou seja, a consciência é a nossa essência e é feita de uma bagagem moral, ética e social fortíssima, além, é claro, de conhecimento puro e simples.
A consciência nos julga sem códigos penais, sem comparação ou jurisprudência. O que se torna uma carrasca. Mais algoz é quando, em algum momento da vida, nos perguntamos: "merecemos isso?". Seja lá o que for ou que está por vir que seja merecedor - seja sonhos materiais ou "sentimentais"-, o julgamento culmina em uma crise existencial.
Quantos "serás?" nos acometem. Será que não poderíamos ter feito melhor? Será que não é injusto com alguém? É complicado (mais uma vez), afinal por mais que queremos (e queremos muito!), a nossa consciência não nos compara de jeito nenhum, nem para o positivo e nem para o negativo. Pois, bem lá no fundo, sentimos se somos ou não merecedores.
Complicado (novamente) é quando, lá no fundo, achamos que não somos merecedores. O que fazemos? Não nos resta outra saída, senão trabalharmos.

"Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho", Thomas Jefferson
Ah, mas ganhar na Mega Sena todo mundo merece, não é mesmo?!