Sempre conto essa história, mas vou difundi-la um pouco mais... =)
Você já deve ter se deparado com pessoas que fazem questão de mostrar os seus problemas e, geralmente, é tratando os outros com raiva e amargura.
E, sem dúvida, você já ouviu falar que o segredo de uma comida boa é o amor...
Depois dessa introdução, vamos para história!
Almoçar em estrada, nem sempre é uma boa ideia. Outro dia, voltando de São Paulo, decidimos almoçar em um "posto-restaurante" famoso (já foi mais, na verdade). Tenho péssimas experiência com comida de estrada e por isso decidi pelo sanduba, daqueles que você monta do jeito que quer.
Estamos na fila para fazer o pedido, eis que a atendente era novata, assim não sabia nada sobre nada do que tinha ali.
Queríamos o frango teriyaki e, aí, começou o problema. A fulana perguntou para a subsubsub-gerente se havia mais do ingrediente lá dentro. Bom, até tentei reproduzir a resposta da subsubsub-gerente, mas não consegui. A questão é que a moça levantou a voz pra novata. Constrangeu.
Eis que peço para esquentar o lanche... E vem a subsubsub de novo e fala um monte para a novata e bate no balcão.
Apesar disso, surgiram mais duas novas clientes na fila e eu fiquei esperando a minha vez de pagar.
Pensa em uma moça toda tatuada e com piercings. No primeiro momento, achei que a situação nervosa-constrangedora ali poderia piorar. Mas, foi a primeira impressão, lógico. Nunca vi uma pessoa tão coerente na minha vida!
A subsubsub perguntou para a cliente tatuada com seu jeito bem meigo (sqn):
- Algo mais?
- Mais amor, por favor - respondeu!
Espero não passar mais por momentos como esse. Mas, se passar, quero coragem para dizer exatamente isso!
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quinta-feira, 15 de agosto de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Carta a Isa - Primeiro Amor!
Há alguns dias, conversei com uma garotinha de 7 anos, que segredou para mim que nunca havia tido o primeiro amor. Bom, inicialmente, fiquei pasma... Como uma menininha poderia ter tido algum amor? Nessa altura, a diferença de idade me fez aconselhar com a voz da experiência e disse que era muito cedo. Era normal.
Mas, acabei refletindo sobre a importância que damos ao pioneirismo dos fatos e o que consiste ao amor de fato. Por isso, decidi escrever uma carta a Isa, me desculpando pela mancada:
Bom, esqueci de contar. A Isa depois de me segredar sobre o primeiro amor, viu um garoto-moleque da mesma idade dela brincando e se jogando no chão, e disse: "jamais eu olharia pra ele, só olho pra gente bem vestida. Quero namorar alguém que use terno".
Choquei, né?! E nem respondi, não tinha palavras... Taí a explicação de ela ter me pegado de surpresa!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
A gente era assim?
Reprodução/ People e Getty
Hoje, tenho 22 anos. Não me considero mais uma adolescente - apesar de me dedicar a esse público e reviver na pele alguns dramas (acho legal ter essa empatia... nos fortalece e nos inspira a questão de "já passou" ou "vai passar" para os problemas atuais).
Fui uma adolescente real: aparelho nos dentes, algumas espinhas no rosto, decepção por não ter peito, achava que já era grande, tive alguns amores platônicos, outros tão vergonhosos e alguns não correspondidos (afinal, popularidade nunca foi o meu forte!). Mas, como disse, "já passou"... Ufa!
Mas, em relação às meninas de hoje, eu era tão romântica, tão idealizadora... Tanto quanto, mas de forma e frequência diferentes.
O Bryan do Backstreet Boy era o meu namorado imaginário, mas sabia que era só imaginário. Achava que ele e sua namorada da época (na verdade, nem me lembro se ele tinha) eram o casal perfeito. E aí, nesse romantismo (e idealização) que as coisas mudaram! A minha frequência era "Viva o amor!". Hoje, a frequência é subestimar a mocinha pra poder se sobressair ou superestimar a mocinha com a intenção de dizer "tá tudo perfeito".
O Bryan do Backstreet Boy era o meu namorado imaginário, mas sabia que era só imaginário. Achava que ele e sua namorada da época (na verdade, nem me lembro se ele tinha) eram o casal perfeito. E aí, nesse romantismo (e idealização) que as coisas mudaram! A minha frequência era "Viva o amor!". Hoje, a frequência é subestimar a mocinha pra poder se sobressair ou superestimar a mocinha com a intenção de dizer "tá tudo perfeito".
- A mocinha Kristen Stewart foi tachada de coitada, sonsa, boba... Só para provarem que a foto do flagra dela beijando o diretor Rupert Sanders foi montagem. Afinal, o casal Robsten é perfeito. Ninguém mais pode namorar Robert, se não Kristen (ou Bella). Isso está até no filme! Pura fantasia!
- Já a boa mocinha com cara de anjo Taylor Swift torna-se a filha do demo quando o assunto é ser a garota de Harry Styles. As mesmas qualidades de Kristen (coitada, sonsa, boba) são tachadas pelas fãs da One Direction para a loira, mas no sentido de subestimar. Afinal, Harry Styles merece coisa muito melhor, tipo "eu"(essa é a justificativa).
Os mocinhos são sempre mocinhos. Já as mocinhas... Na visão das mocinhas, são qualificadas conforme a perfeição (que o casal) exige.
Ai, o que é perfeição? Bom, melhor dizermos: Viva o amor!
- Já a boa mocinha com cara de anjo Taylor Swift torna-se a filha do demo quando o assunto é ser a garota de Harry Styles. As mesmas qualidades de Kristen (coitada, sonsa, boba) são tachadas pelas fãs da One Direction para a loira, mas no sentido de subestimar. Afinal, Harry Styles merece coisa muito melhor, tipo "eu"(essa é a justificativa).
Os mocinhos são sempre mocinhos. Já as mocinhas... Na visão das mocinhas, são qualificadas conforme a perfeição (que o casal) exige.
Ai, o que é perfeição? Bom, melhor dizermos: Viva o amor!
terça-feira, 12 de junho de 2012
Namoro: qual o significado?
Outro dia vi por aí, na internet, que namoro tem a função experimental sentimental e sexual. Talvez seja isso mesmo, mas achei o termo experimentação bem forte! Experimento nos remete a ideia de cientista que faz tudo controlado e dosado no laboratório, talvez seja por isso a minha desconfiança pelo termo!
Em um namoro, o laboratório é o mundo (pessoal) e sem fronteiras. Não é normal fazer um pré-projeto pra iniciar a experimentação, tudo acontece ao "acaso", sem regras... E esse é o motivo por muitas pessoas se apaixonarem.
Um namoro nasce de sentimentos (a sensação de que somos feitos um para o outro) e a idealização. Como disse em um post atrás, a desmistificação da idealização pode tender para o lado positivo ou negativo.
O que é certo - na minha opinião - que o namoro é um estado de transição, de conhecimento (palavra muito mais bonita que experimentação) e descobertas. E é quando se constrói a intimidade e o companheirismo, componentes essenciais para a manutenção de um Casal.
Intimidade não é só aquela onde a cama é a delimitação. Pense a intimidade, basicamente, como o oposto de idealização. É abrir as portas da sua vida e não omitir suas fragilidades. Se ganha respeito, admiração e amizade!
Companheirismo sem deixar de viver a própria vida. Não é sinônimo de insegurança ou desculpa pra viver, do tipo "só vou se ele for". Companheirismo é ser verdadeiro e querer (e não ter que) participar da vida do outro.
O amor de namorados se resume na figura acima! É mergulhar de cabeça, é uma "experiência" talvez, mas sem as métricas e metodologias de um laboratório.
Hoje, faça essa pessoa sorrir: de amor, de felicidade, de euforia, de surpresa, de emoção...
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