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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Quero voltar a ser...


Quantas vezes já me flagrei pensando se eu sou Eu mesma! Se eu reconheço a minha própria identidade...
Quando tinha uns 6 anos (ou menos), fui passear no Parque da Turma da Mônica. Amava aqueles personagens, mesmo quando não sabia ler. E quando soube, foram as primeiras páginas que eu li, mesmo não conseguindo ainda entender o que todas aquelas letras juntas do gibi queriam dizer. Então, era uma superfã! Quando me deparei com a casa da Mônica, não pensei duas vezes e entrei naquele lugar, sem ao menos reparar na corda que impedia a entrada. Juro que abri a geladeira da "Gorducha" e sentei na cama dela. Maior orgulho! Fiz o que queria (até ser alertada pela minha mãe). Mas por que tudo isso agora?
No último dia do ano, muita gente faz votos, traça metas e blá-blá-blá... Eu desejo, sinceramente, que todo mundo volte a ter um pouquinho da criança que já foi. Seja a alegria, a espontaneidade, a birra (por que não?) e, principalmente, o ser você mesma, sem pensar em agradar, ser educado-fino, elegante...
Um mundo mais puro com o objetivo único de ser feliz e viver intensamente. E conseguimos, sim. Afinal ainda tem um monte de página que leio, não entendo o que significa e ainda assim gosto!

Até 2015!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Que mundo incrível!!!


Acordar de mau humor, talvez, seja um dos maiores estímulos para olharmos a vida com negatividade. O brilho do sol nos incomoda, a preguiça nos cega... Mas, basta assistirmos a este vídeo e entendemos o por quê fomos dormir tarde e acordamos cedo, o motivo disso aparentemente ser absurdo e o principal: a justificativa do hoje e do estar hoje! Não é só a bela e pura natureza que gira em perfeita harmonia, nós também!!!
Nós não nascemos prontos, nós não sabemos tudo e rodamos conforme à música... Espero que de acordo com What a Wonderful World. Então, aceite a sua vida e aprenda!




terça-feira, 26 de novembro de 2013

A carta endereçada a Deus!


Descobri - talvez, um pouco atrasado - um caso muito fofo e que desperta a fé. Na verdade, quem nunca quis mandar uma carta para Deus? Dar uma bronca nele (ÔôÔô audácia!)? Ou até mesmo agradecê-lo?
Na verdade, no fundo, sabemos que conversamos com ele a todo o momento. Não conseguimos esconder nada dele. E isso não serve para reprimir ou ser moralista. Ele é fraternal. Porém, já imaginou receber uma carta dele?
Pois bem, em 2006, aconteceu na cidade de Crossville, no estado norte-americano do Tenesse, a morte de uma cadela de 14 anos. Ela se chamava Abbey e a sua dona, Meredith, tinha 4 anos.
Meredith ficou muito triste e pediu para a sua mãe escrever uma carta para Deus. A pequena ditou esta carta:
“Querido Deus, 
O Senhor poderia tomar conta da minha cachorrinha? Ela morreu ontem e estáaí no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor a deixou conosco mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o Senhor brinque com ela. Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja o Senhor reconheça logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela.Meredith.”
O envelope continha vários selos endereçados a "Deus no Céu", com o remetente da própria Meredith, a carta e duas fotos da cachorrinha junto com a menina.
Após alguns dias, Meredith perguntou à mãe se a carta havia chegado e a mãe disse que "achava que sim".
Mais alguns dias, e elas receberam um pacote que continha um livro chamado "Quando um animal de estimação morre", de Mr. Rogers, e lá estava a carta de Meredith com o bilhete cor de rosa de Deus, que dizia:
Querida Meredith, 
A Abbey chegou bem aqui no Céu. A foto, que você me enviou, ajudou muitoe eu a reconheci imediatamente. Abbey não está mais doente. O espírito dela estáaqui comigo, assim como está em seu coração. Ela adorou ter sido seu animal. Como não precisamos de nossos corpos no céu, não tenho bolso para guardar a sua foto. Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey. Obrigado por sua linda carta e agradeça à sua mãe por tê-la ajudado a escrever e enviá-la a mim. Que mãe maravilhosa você tem! Eu a escolhi especialmente para você. Eu envio minhas bênçãos todos os dias, e lembre-se que amo muito vocês. A propósito, sou muito fácil de encontrar. Estou em todos os lugares onde exista amor.Com amor, Deus”.
Mais tarde, a mãe de Meredith descobriu que foi uma funcionária do Correio que remeteu a resposta.
Há esperanças!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A etiqueta irrita! #Desabafo



Sabe aquele dia que você passa o tempo todo incomodada por causa de uma etiquetinha da calça ou da blusa? Aconteceu hoje comigo e é uma sensação que arranha, coça, irrita...
Até tentamos resolver na hora, mas nem sempre o "na hora" é o melhor momento e, então, ficamos incomodados até que os afazeres e prazos nos consomem e, depois da ocupação, presenciamos o ócio ser consumido pela indesejada pinicada da etiqueta.
Bom, bem na verdade, essa não foi a primeira vez que a etiqueta dessa minha calça me incomodou. Como sempre, depois de nos vermos livres do problema em um primeiro momento, nos esquecemos dele e achamos que nunca mais voltará a acontecer. Doce ilusão. Hoje, na pressa, me vesti com A calça (bendita calça), me esquecendo do "pequeno problema". Então, já sabe... Hoje o dia foi incômodo (pra #$%^&) que até pensei em nunca mais usar a peça.
Decidi ser menos radical e mais prática, e cortei a etiqueta bem rente à costura. Mas, não importa a melhor saída que tomemos, o importante é que, para não sermos mais incomodados, devemos agir, cortar o mal pela raiz. Afinal, quem nunca foi incomodado por uma etiqueta?
Nem sempre é tão fácil e simples como uma etiquetinha. Porém, temos tesouras suficientes para acabar com as pinicadas do nosso dia a dia. Não é?!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cartas digitais: de pai para filho

Sabe aqueles sites que ficamos horas visualizando e que nos esquecemos de todos os afazeres quando juntamos a imagem e a redação? Esta é uma ideia do tipo que eu digo: "putz, queria ter pensando nisso primeiro", mas lógico que não me impede de um dia fazer! Pois bem, o publicitário Pedro Fonseca criou um blog como se fosse cartas digitais para os seus filhos, o Pedro e a Irene. É um ato simples e feito do coração, afinal todos os pais (Acho) gostariam de registrar e explicar momentos para os seus filhotes que muito têm a descobrir. São tão lindas que é digno compartilhar o endereço: doseupai.com. Taí uma palhinha, mas vale a pena entrar no site:

Irene,
Pela primeira, você levantou sozinha, segurou firme na grade e ficou em pé no berço. Você vai notar, filha: quanto mais a gente cresce, mais aumentam as grades ao nosso redor. Mas isso não será um problema. Daqui a pouco você consegue vencer as grades e conquistar o mundo.E isso a gente só precisa aprender uma vez. Parabéns, filha. Este é um pequeno passo para a Humanidade, um salto gigantesco para você.
Do seu pai, Pedro
 
 

João,hoje você veio com essa: havia acabado de chegar do judô e da natação, pegou o colchão da sua mãe (chama-se mesmo colchão, aquele carpaccio de espuma que se usa na yoga?) e disse que iria meditar. Dei risada. Quando você saiu, fiquei olhando para o colchão-carpaccio estendido no chão e pensei nos desdobramentos daquilo (do seu gesto, não do colchão). Sinto que a meditação leva as pessoas adiante. Pelo que sei: respiram melhor, levam serenidade à mente, relaxam o corpo. E a yoga, como prática esportiva e espiritual,tem me mostrado novos comportamentos ao redor. Amigos, parentes, um bocado de genteque incorporou a postura. A postura cervical a ajudar a postura diante do mundo (ah, as palavras e seus encontros casuais). Voltando: se você, no futuro, incorporar algo que faça bem ao seu corpo e ao seu pensamento, filho, como a yoga, vai ser ótimo.A única coisa que vou te pedir é que continue cumprimentando os porteiros. Também é essencial.Do seu pai,Pedro.


 Irene,você pode ser bailarina, como hoje, vestida lindamente, veja na foto. Mas também pode ser grafiteira, filha. Jornalista. Médica. Pintora. Engenheira. Bióloga. Mergulhadora. Fotógrafa. Historiadora. Psicóloga. Trapezista. Cozinheira. Professora. Cantora. Arquiteta. Física. Atriz. Pilota. Advogada. Dentista. Jogadora de futebol. Pode ser o que quiser. O que você quiser.Só me prometa que nunca, jamais vai deixar que ninguém seja intolerante com você, sobre quaisquer escolhas que fizer para a sua vida. Seja uma escolha profissional ou pessoal.Promete, filha?Do seu pai,Pedro.

 Irene e João, prestem atenção, que o assunto é sério. Estão prestando? Então vamos lá. Vocês sabem que, quando o dia começa aqui em casa, há um ritual: sua mãe e eu seguramos um calhamaço, chamado jornal, vamos passando as páginas, lendo, vendo tudo que nos interessa, por vezes contamos um para o outro algo que nos despertou a atenção. Muitas vezes, vocês estão envolvidos nas histórias. Nos finais de semana, por exemplo, sempre aproveitamos que o jornal está por perto para combinar algo interessante para fazer com vocês dois. Uma exposição, uma peça, um filme, um passeio pelo parque, um festival de música. Mas nem todos os dias a gente se depara com coisas boas, no jornal. Há notícias tristes, também. E há aqueles textos que lemos um para o outro, em voz alta, fazendo aquela cara de "que absurdo". A cara de "que absurdo" é aquela: testa franzida, queixo para a frente, olhos arregalados, orelhas no mesmo lugar de sempre, porque ouvir é sempre bom, mesmo durante uma cara de "que absurdo". Ontem, a gente leu em voz alta um texto de um senhorchamado Thomas L. Friedman, lembram? Falava sobre a possibilidade de novos modelos educacionais, onde 'play, passion e purpose' seriam as palavras-chave de uma sociedade mais preocupada em deixar suas crianças motivadas a pensar -e não prontas para a faculdade, para um emprego qualquer, apenas. O título do artigo era 'Need a job? Invent it'(quando vocês lerem isso, já saberão o que significa). Vejam. Isso foi ontem: um texto sobre o futuro. Ontem. Texto que sua mãe e seu pai leram em voz alta, mas sem fazer cara de "que absurdo". Pelo contrário. Mas hoje, ainda estão prestando atenção?, mas hoje o papai fez uma cara dessas. Tudo por conta de um texto publicado que defendia "a importância da empresa". Filhos, o papai não vai guardar o jornal de hoje –até mesmo porque este texto parece ser de 1981. É muito tempo guardado, vai acabar espalhando mofo pelo bairro inteiro, quiçá pela cidade de São Paulo, talvez pelo Grande ABC. Vamos fazer o seguinte. O texto do Friedman está salvo no iPad. Podem procurá-lo quando quiserem. Ali existe um caminho para o futuro inteligente, onde as relações profissionais serão menos arcaicas, onde vocês dois poderão colaborar em projetos que acreditam, dedicar esforços para aprender aquilo que mais se identificam, onde mais importante que o lucro é o retorno. Espero que a gente continue fazendo da leitura matinal um hábito familiar. Deve ser muito triste não ter tempopara ler. E deve ser muito triste escrever às pressas. Pronto, revisei o texto. Agora posso postar.Do seu pai,Pedro.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sorrir, rir e gargalhar!

Você acha que dá pra medir uma gargalhada? A marca Kibon produziu uma ação em uma cidadezinha de Goiás que fez todos sorrirem, rirem e gargalharem... E isso é contagiante. E até quem está assistindo o filme se flagra sorrindo. Faça o teste!



Como foi?

segunda-feira, 11 de março de 2013

A genética mostra quem você é!

"Tem o nariz do pai e olhar da mãe!". Quem nunca ouviu essa frase (ou falou) quando conhecia alguém? Apesar de todas as nossas diferenças, a genética nos aproxima... Pois, o fotógrafo canadense Ulric Collette teve uma ótima sacada: mesclou rostos de genética compatível. E observe bem, você terá as mesmas ruguinhas dos seus velhos (no bom sentido).

Irmão + irmã... Olhar igualzinho

Filha + mãe... O desenho dos lábios não nega!

Filha + pai.... Contorno da boca e da sobrancelha parecidos

Pai + filho... Tudo parecido, até o cabelo!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Cuide de suas costas



A coluna é a parte do corpo que nos sustenta. Ela nos permite fazer movimentos incríveis sem que nos desmanchemos, tipo, como o quadrinho abaixo (achei o máximo):
Fernando Gonsales - Folha de São Paulo 18/02/2013

Depois de certo tempo, se não cuidarmos bem dela, ela começa a se curvar, mas ainda nos faz ficar em pé, às vezes, precisamos de uma bengala! Quantos cadernos, livros, maquiagem, casacos as suas costas suportaram? É muito peso... e não é somente o peso físico!
As costas servem de escudos para “corajosos” que não conseguem se mostrar verdadeiros (é difícil!), são depósitos para a carga em excesso que geralmente não é nossa e também para sustentar todos os nossos ideais, princípios, objetivos e ser.
É impossível contabilizar esse peso, até porque é subjetivo, mas, sem dúvida, depois de um tempo, doloroso.
Portanto, caros, conserve o seu peso, não permita excesso de bagagem em sua vida, faça com que os seus desejos sejam leves e cultive pessoas corajosas ao seu redor.
Curvar a coluna só fará a nossa cabeça abaixar. A vida segue... Pra frente!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A gente consegue

Hoje percebi que um vídeo estava bombando na net (sim, eu sempre vejo tarde essas coisas). Um vídeo fofo e que diz muito:

É muito difícil se abrir para o novo, para o diferente. Temos receio de fazer algo que nunca fizemos.
Mas com a possibilidade de vencer e dar tudo certo, nos entusiasmamos (abanamos o rabinhoxD).
Se temos um amigo, alguém para nos amparar ou ensinar o caminho fica tudo mais fácil. Às vezes, até recuamos e pensamos em desistir. Mas essa pessoa nos envolve e nos encoraja a prosseguir.
Cada degrau é algo novo, uma sensação diferente que nos atinge. Até que descemos a escadaria e percebemos que deu certo.
Olhamos para trás e... =O "Como eu poderia achar que era difícil?"
Aprender não é fácil. Dar o primeiro passo então... é mais difícil. Mas, qual é o receio? Do chão não passamos.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Depois de um tempo sem respirar


Eu sabia que toda aquela correria iria passar e que eu era feliz e que a vida era linda!
Foi um momento que "eu já nem me lembro mais", mas que eu tenho orgulho!
Hoje, finalmente, sai do meu ninho... Fui caminhar na rua. Caminhei percebendo todos os ladrilhos da calçada, os restaurantes do outro lado da rua e o sol esquentar na cabeça. Me senti feliz, realizada e vazia (afinal tenho esperança de que uma janela ou uma porta se abrirá).
Muita coisa se passa na cabeça, principalmente os sonhos. Permite! Acho que vou voar de balão assim que der, tipo "livre pra poder voar". É tão bonito.
Agora é a calmaria sem destino, mas eu sei que vai chegar uma hora em que o desespero e a correria vão bater, afinal o tempo "passa e tudo sempre passará!"

domingo, 23 de setembro de 2012

Eu preciso?


Percebi o quanto a frase "eu preciso" faz parte do meu vocabulário. Nesse fim de semana, falei no mínimo uns 10 "eu preciso". Eu preciso trocar..., eu preciso fazer..., eu preciso ligar..., eu preciso comprar..., eu preciso ver... sempre!
É meio automático eu sempre precisar! Perceba que você deve falar muito assim. Estamos sempre ocupados pelo "eu preciso" e condicionados pelo "não posso".
Pense quantas vezes você faz alguma coisa que realmente está com vontade? A não ser esses minutos que eu paro pra escrever (porque eu nunca inseri esse blog no "eu preciso escrever"), eu sempre realizo as tarefas ticando as prioridades. Felicidade? É no tempo livre!
O jeito é economizar em "eu preciso" e ter em mente que você não precisa fazer/ver/ouvir/sentir nada. Você o faz se quiser por pura vontade e só. Tirar completamente do nosso vocabulário é difícil, mas dá pra racionalizar.

Boa semana!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ser o protagonista ou o vizinho?


É o título de uma entrevista da Revista Lola de agosto (com a Letícia Sabatella na capa) e me fez imaginar que não estou no centro dos holofotes, ou seja, que o mundo não gira ao meu redor. Tirando alguns aspectos, de otimismo, por exemplo, eu gostei da matéria, principalmente porque me fez pensar.
O entrevistado, Nilton Bonder, já escreveu inúmeros livros sobre espiritualidade e quando indagado quais são os fundamentos da vida, diz: “o fundamento básico da vida é que não é sobre mim. A vida não é sobre o Nilton Bonder. Eu vivo a vida como se ela fosse toda para o Nilton Bonder”. Contraditório? A vida é feita para a gente, mas não somos o protagonista, há algo maior que deve ser o protagonista. Temos que aprender a ser coadjuvante, um bom coadjuvante, e que consegue se fazer presente em vários núcleos.
Viver um livro biográfico do vizinho é melhor! Não somos o protagonista, somos um coadjuvante que está ali o tempo todo e até empresta um bocado de açúcar para o principal da trama! É melhor, tudo o que é do vizinho (e a gente é) é melhor! Viver despretensiosamente, sem autocobrança, sem pressão... e feliz.
Tá aí, uma boa receita... um bom exercício

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Pensamentos de cães

Eu sempre me pergunto: "o que será que a Iala tá pensando?" (Iala pra quem não sabe é minha schnauzer linda). Tentamos penetrar na cabeça desses seres na busca de ingenuidade, carinho, desprendimento, amor no sentido mais puro da palavra. Amor no sentido mais puro da palavras, porque cachorro, não fazendo parte da "nata" da sociedade, não faz nada se não for por um sentimento estranho (talvez, amor) que é extremamente instintivo (ou não). Dentro desse pensamento, podemos argumentar e ramificar diversas discussões (que não veem ao caso agora).
Mas quem nunca "decifrou" uma atitude de um cão? Com essa ideia, o autor Caio Mattoso desenvolveu um livro chamado "Falar É Fácil, Quero Ver Latir" (aposto que se segurou pra não soltar um AU). Se delicie com as frases...





A minha preferida ;)

E, aí, qual gostou mais? 

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Carinho Gera carinho

Fato, né! E uma atitude que eu achei bacana foi da Johnson & Johnson que em sua propaganda institucional está pautando justamente esse tema. E olhando esses vídeos não tem como não lembrar da infância. Lembro-me muito bem do shampo Johnson. Primeiro porque ardia os olhos e, mesmo não gerando nada de carinho, tinha o ato de carinho da mãe em retirar a espuma dos olhos. Outro episódio que eu me recordo era lavar o boxe inteiro com espuma de shampo... Como era bom! Uma dose de fofura nesta quinta-feira que antecede o Dia dos Pais:




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

O clichê da modernidade

Imagem do blog Trendencia.com.br
Gabriela a história de Jorge Amado me deixa intrigada de como a sociedade observava a mulher (pobre mulheres). Nascíamos para respeitar o marido que precocemente adquiríamos. A maioria era tapada pela felicidade ditada na época: casar, ter filhos e cuidar da casa... E a personagem Gabriela tem muito a nos ensinar!
Os tempos mudaram, queimamos sutiãs, trabalhamos em tempo integral: fora de casa e dentro também, vencemos muitos preconceitos, passamos de subordinadas a chefes de Estado (e família)... Mas alguns pensamentos ditados pela época atual, ou melhor, os clichês continuam.
O objetivo de vida feminino de outrora era "arrumar" um bom casamento, ter filhos, contar muitas histórias para eles e ser feliz para sempre. Romântico?
Então pense... Agora, o objetivo genérico feminino é dar a volta ao mundo, conhecer tudo sozinha, voltar e contar as histórias pra quem?
Que felicidade "plena" efêmera é essa? Romântica do mesmo jeito, submissa da mesma maneira aos ditos da época.
O que percebo é que as meninas casadouras de hoje têm como objetivo principal de vida o objetivo secundário. 
A hipótese pra esse pensamento fake é que é vintage dizer " quero ser feliz, casar e ter filhos". 
Mas, a moda retrô voltou com tudo. Eu adoro a moda vintage repaginada, é claro!

Pra quem não sabe, os termos retrô e vintage são diferentes:
O significado de vintage tem a ver com uma colheita de vinha da década de 1970.  TIpo, quanto mais velho melhor!O termo retrô significa para trás. Os dois fazem referência ao "ultrapassado"/ "velho. Porém, há uma diferença: vintage é o velho mesmo (são as roupas que você acha no brechó e que foram costuradas na década de 40), já retrô faz referência ao velho ou vintage ( tipo a blusa que você comprou ontem no shoping de bolinhas).

terça-feira, 12 de junho de 2012

Namoro: qual o significado?


Outro dia vi por aí, na internet, que namoro tem a função experimental sentimental e sexual. Talvez seja isso mesmo, mas achei o termo experimentação bem forte! Experimento nos remete a ideia de cientista que faz tudo controlado e dosado no laboratório, talvez seja por isso a minha desconfiança pelo termo!
Em um namoro, o laboratório é o mundo (pessoal) e sem fronteiras. Não é normal fazer um pré-projeto pra iniciar a experimentação, tudo acontece ao "acaso", sem regras... E esse é o motivo por muitas pessoas se apaixonarem.
Um namoro nasce de sentimentos (a sensação de que somos feitos um para o outro) e a idealização. Como disse em um post atrás, a desmistificação da idealização pode tender para o lado positivo ou negativo.
O que é certo - na minha opinião - que o namoro é um estado de transição, de conhecimento (palavra muito mais bonita que experimentação) e descobertas. E é quando se constrói a intimidade e o companheirismo, componentes essenciais para a manutenção de um Casal.
Intimidade não é só aquela onde a cama é a delimitação. Pense a intimidade, basicamente, como o oposto de idealização. É abrir as portas da sua vida e não omitir suas fragilidades. Se ganha respeito, admiração e amizade!
Companheirismo sem deixar de viver a própria vida. Não é sinônimo de insegurança ou desculpa pra viver, do tipo "só vou se ele for". Companheirismo é ser verdadeiro e querer (e não ter  que) participar da vida do outro.
O amor de namorados se resume na figura acima! É mergulhar de cabeça, é uma "experiência" talvez, mas sem as métricas e metodologias de um laboratório.
Hoje, faça essa pessoa sorrir: de amor, de felicidade, de euforia, de surpresa, de emoção...


domingo, 10 de junho de 2012

Idealizar: amor ou guerra?

Ocorrem confrontos em todo o mundo: Síria, Líbano, Chile... Quando pensamos em guerra o que aparece primeiro na nossa cabeça é: canhão, tiros, sangue. O objetivo é exterminar com um problema: o outro.
Quando brigamos, nos confrontamos com qualquer pessoas (as que mais amamos e as que menos "amamos") e também temos esse intuito: desfazer a capa de idealização.


Ideal deriva de ideá, do grego noção, padrão.
Idealização é a busca por um padrão. 
Desde crianças somos acostumados a idealizar! O feliz para sempre, a força do bem, o "quando eu crescer serei...", são alguns aspectos que nós acostumamos a acreditar desde sempre!

Mas o mundo cai quando o assunto é duelar a perfeição do outro com a própria. E aí, idealizações, paixões e "o que é do vizinho é melhor" se fortalecem ou se despedaçam. Guerras nascem e amores se solidificam. Paixões se fortalecem com o reconhecimento de que o outro não é perfeito. E guerras nascem com a ideia de que o outro não é do jeito que se percebia.
Melhor o amor ao ódio e se for pra fazer guerra, tome de exemplo a Rússia com a Guerra de Almofadas ou a Colômbia com a Tomatina:



;) Boa semana!


Crédito fotos: UOL

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Coisa Rara!


Muitos erram o significado do verbo "acontecer" quando usado no sentido de ocorrer normalmente, no cotidiano. Acontecer carrega uma magnitude rara e estrondosa.
Quando algo acontece, praticamente explode uma única vez. Quem não presenciou carrega um sentimento, mais penoso do que de quem perdeu de fazer o pedido para uma estrela cadente.
É algo raro hoje que eu tenho a falar, algo que acontecerá (ou aconteceu - depende o momento da sua leitura). Outro igual a esse, só há 115 anos! 
E o que estaremos fazendo há 115 anos? Já estaremos formados, trabalhando, chefes de família, avós quem sabe... Filosofia, religião e ciência explicam essa dúvida de maneiras diferentes e alguns acreditam e outros não.
O ontem sempre ocorreu, mas hoje e o amanhã faça acontecer! Pensando assim, estimularei a sua próxima terça-feira, dia 05 de junho, acontecer, ser espetacular e ficar na História!
Será um dia único em nossas vidas (sem dúvida), exclusivamente por causa de um fenômeno que irá ocorrer  (acontecer, na verdade, foi só para evitar a repetição) de novo somente em 2117: Vênus passará entre o Sol e a Terra!

Poderemos observar o evento a partir das 19h! E é isso mesmo o que veremos: um círculo preto no Sol! 
O que eu quero dizer é fazer acontecer, usando corretamente esse verbo! 
Em suma: faça desse dia especial, faça de todos os dias especiais ;) ... Comece por hoje!

Crédito Foto: Oficina da Net

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Fazer humor


Cresci com pessoas cômicas por natureza! Algumas delas nos contam desgraças que são a salvação do nosso dia, tamanha a comicidade. Viver o humor é relativamente fácil. Mas fazer humor é realmente difícil!
Aplaudo quem consegue. Na verdade o humor expõe o que todo mundo sabe e não quer mexer ou exagera nas situações emoções.
Particularmente, acho uma tarefa de gênio! E não tô falando da piadinha do "pontinho verde virado pra parede", essa me faz rir, mas quem me contou provavelmente não a inventou. É gênio porque permeia a linha entre o tosco e o cômico.
Uma vez ou outra, como forma de desafio, me aventuro nesse mundo do humor e nunca sei se está bom ou não. Não consigo ter parâmetro quanto a qualidade dos meus textos humorísticos. Faça um texto humorístico e tente dar risada dele mesmo, impossível!
Aqui nunca me aventurei, até por que não sinto muita necessidade. Sinceramente, este não é um blog de SEO e métricas, é uma válvula de escape e só tem uma regra: escrever o que eu tiver vontade (lógico que penso antes no assunto, é como se fosse uma conversa).
Saber que você é criticada faz parte do humor e, por isso, é difícil arriscar.
Até que ponto ser uma figura engraçada é bom?
Não sei, mas quantas vezes não somos surpreendidos por um HÁ(ou rá) único enquanto esperávamos outras reações? É questão de tato, feeling de ambas as partes (receptor e emissor).
HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ-HÁ

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Confissão que todos deveriam fazer

Não conseguimos aceitar que - para ser mais sútil - temos alguns pontos fracos ou, comparativamente, temos aspectos menos aptos que outras pessoas. Pior ainda é quando esses aspectos são medidos com os de alguém que não temos afinidade. Ou super vangloriamo-nos ou super subestimamo-nos.
E aí que está o perigo! Nos emaranhamos em um conflito que tem motivos superficiais, nos duelamos, expomos para nós mesmos nossas qualidades e defeitos com o propósito de justificar o que nos faz fracos.
Andei fazendo várias entrevistas teens e eu perguntava (era a última essa): me diga um defeito e uma qualidade sua. O mais estranho é que sustentamos dois discursos: o para nós mesmos e para um público (fique claro que eu digo isso de forma particular, não generalizo). Quando ouvi as respostas desses ídolos teens, me chamou a atenção. Eles têm muito mais habilidade em falar sobre uma qualidade que um defeito. E não é para menos, a entrevista foi publicada!
Ao pensar em meus pontos fracos, posso enumerar, para mim mesma, quase 50 aspectos. Se eu tivesse que expor (expor em um contexto amplo, a um público não próximo) meus medos e defeitos, eu teria uma enorme dificuldade. Ao contrário da qualidade, que ao me analisar, encontro poucos pontos fortes e genuínos, mas esses são difíceis de argumentar ou fazer propaganda para os outros
E aceitar que a outra pessoa é melhor que você? Besteira, caro! 

"começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.Willian Shakespeare