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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Uma pequena original!

O Oscar sempre me deixa ansiosa em ver vestidos glamourosos, os ganhadores e os baphos (sempre tem, né?! Alguém sempre cai xD). Mas o que me deixava mais agitada na semana precedente era descobrir que vestido a atriz Quvenzhané Wallis, a atriz mais jovem a ser indicada para o prêmio, usaria.
Ela, uma criança, serve de exemplo para tantos indicados. Em entrevista para a revista Época, ela diz que  "Quero encontrar Beyoncé, Demi Lovato, talvez Nicki Minaj e todo mundo do canal Nickelodeon". Infelizmente, acho que ela não as encontrou. Deve ter trombado com Meryl Streep, Robert de Niro e outros  #só!
Ao ser questionada qual a maior dificuldade em fazer a atuação exemplar, Quvenzhané revelou: "Foi ter de tocar a cabeça de um porco escuro e peludo. Antes dele, só tinha visto porquinhos cor-de-rosa". E assim é a vida! Acho que nos identificamos, pelo menos um pouco, com a atriz mirim. Eu também me identifiquei com o vestido dela no tapete vermelho:
Foto: Reprodução Getty Images

O que se podia esperar do traje da atriz mais nova a ser indicada ao Oscar?
Achei que o lenço envolvendo os ombros ficou demais, mas, com certeza Quvenzhané quem quis o capricho. E essa bolsa de cachorro? Meu sonho de consumo desde criança!
Apesar de nem todos os porcos serem rosa... quer mais originalidade?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

As coisas boas não mudam!

Não sei vocês, mas quando estou em um lugar diferente e sozinha acabo reparando em alguns detalhes. E aqueles que estão a minha frente são os mais examinados.
Outro dia estava em uma padaria "nova" comendo aquilo que eu mais gosto: pingado e pão na chapa. Simples, né?!
Observei que o estabelecimento era um minisupermercado com prateleiras de produtos de limpeza, macarrão instantâneo, farinha... E bem na minha frente havia um quadro com uma propaganda:


É uma publicidade de cerveja que não mostra peitos e bundas (já começa aí). Marcas que conhecemos e apreciamos hoje, que parecem novas/atuais, mas não são. Fiz um revival da minha vida, não só porque conheço o palito Gina desde que decorava meus desenhos na pré-escola, mas pelo slogan: "As coisas boas não mudam".
E o que não é bom? Refletindo, o que não é bom, às vezes, insistimos em manter em nossas vidas por pura inocência ou pela superstição de que o que é chato e difícil é melhor. Vai entender!
Respirei fundo ao pensar nisso e a primeira coisa que me veio à mente foi cortar as pontas do cabelo. Assim que pude, marquei horário e tirei o excesso da cabeça.
O que é realmente bom sempre permanece, assim como pingado e pão na chapa!