domingo, 13 de outubro de 2013

Somos caros, preciosos e raros?


Joias são sempre belas e caras. E seu valor, frenquentemente, é aliado com o tamanho da pedra preciosa e com a sua raridade.
Desse modo, o famosos Diamante Koh-I-Noor está em vários rankings como o mais valioso do mundo. Essa pedra adorna uma coroa britânica, mas já pertenceu aos povos indianos e, além de ser um dos maiores diamantes do mundo,está envolto de História e mistérios.

É o valor de algo que determina o seu preço ou o seu preço que determina o seu valor? Até porque tenho uma pedrinha que eu mesma capturei e tem valor imensurável, porém não tem preço (talvez, de tão barato que seja).
Difícil. É fácil até entender o valor da Koh-I-Noor. Porém, se compreendemos de fato o seu valor, precificamos tudo e todos, inclusive nós.
Qual é o seu valor? Me pergunto ciclicamente.
Se eu fosse uma pedra, teria o tamanho médio de todas elas e minha história pouco teria de raridade (apenas quando sou instigada a contá-la de perspectivas micro-introspectiva).
Aposto que definir o quanto valemos é uma tarefa árdua. Porém, a todo momento quantificamos e comparamos valores de pessoas e momentos.

Temos valor. E ele é único. Não tem influência na bolsa de valores. Muitos cobiçam e outros nem reparam.
Subir na balança ou posar em exposições de pouco adiantam para ser valorizado ou se sentir valorizado.
Quem é você? E saberás quão raro és...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Sempre rodamos!

Fotografia de Daniel Pitta | Olhares.com

Depois de uma temporada sem aparecer por aqui, cá voltei!

E voltar é algo que constantemente fazemos. Porém, engana-se quem acredita que voltar é regredir!

Dificilmente partiremos do zero. Nascemos como um parafuso apertado e, aos poucos, por meio de experiência das mais variadas possíveis (experimentais, acadêmicas, pragmáticas e outras), começamos a "desrosquear". E desatarrachar, por incrível que pareça, não é regredir, mas, sim, se libertar. E talvez esse seja o nosso maior objetivo.     
            
A cada volta concluída, ganhamos mais espaço. E para efetuar uma volta, voltamos ao ponto de partida, porém subimos um pouco mais. Por isso, estamos sempre voltando e rodando... O mundo dá voltas, e nós apenas seguimos o seu movimento. Mantendo nossa essência.

E quando "desparafuzar-nos" por completo? Sairemos da casinha... E não me pergunte se daremos voltas, ou se criaremos pernas, asas e afins.

Voltei e rodarei quantas vezes for preciso!