quinta-feira, 8 de agosto de 2013

De quem são essas histórias?

Diante de acontecimentos estranhos e espantosos, impossíveis e julgados, me fez reacender a discussão de que não há uma história. Há várias histórias para um mesmo acontecimento.
O mais sufocante (talvez) é que não são os próprios envolvidos a decidir o final da história, até porque no caso do Menino de 13 Anos e da Isabela, ambos estão distantes daqui e sentados em poltronas diferentes diante do julgamento de suas respectivas histórias.
De quem é a verdade?
Quem é dono dela?
Talvez, os peritos que interpretam provas científicas que não têm 100% de certeza. Ou, ainda, um delegado que nunca conviveu ou sequer transitou os olhos a um ser, que hoje é condenado.
Justo ou injusto...
Não tenho a mínima intenção de persuadir ninguém.
Em nosso dia a dia as coisas acontecem de forma semelhante. Na verdade, apenas reivindicamos contar a "nossa história" quando somos prejudicados... Prejudicados? Em qual história? (Está vendo?).
É sempre a nossa história. Não é possível desvincular tal posse!
É isso que me preocupa... Ao menos, se o Menino de 13 Anos e a Isabela pudessem contar as suas histórias...

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