Em tempos de debates sobre mídias sociais (no meu caso, TCC também), acredito que em cada site de rede social que uma pessoa é ativa, ela procura relacionamentos diferentes e, assim se posiciona de forma diferente também. Por exemplo, se no Facebook a ideia é interagir sem preocupação, no LinkedIn tudo é voltado pra sua área profissional!
Eu tenho uma outra opinião além dessa: as pessoas na vida real são bem menos impressionantes do que na vida virtual. Tem um estudo científico que discorda da minha opinião, ou eu discordo da opinião dele, mas tudo bem!
Dei essa volta pra falar de "impressionar quem não conhecemos". O Facebook virou o cartão de visita de todos aqueles nascidos em meados dos Anos 80 pra frente. Antes de sermos amigos de alguém, somos amigos dele no Face.
Quando alguém diz "eu conheço você de algum lugar", pode apostar, ele andou vasculhando sua vida virtual. E por isso, fico pensando: será que a pessoa mais influente das redes sociais e tão legal na vida real?
Tenho quase toda certeza que não. A personalidade positiva pode até ser a mesma (como diz no artigo científico), mas esconde muito do que é isento na personalidade. E como diz o saudoso Raymond Williams, a identidade de alguém é formada por aquilo que ela tem e o que ela não tem!
Nesse contexto, faço várias perguntas: "o que adianta bombar na internet?", "conhecer e ser popular em todas as redes sociais do mundo?", "estar antenado em todas as novidades virtuais?" se a sua vida real está incompleta, inacabada... Quem é você no real? Onde você vive? Na Rua Floriano Peixoto ou no endereço www...?
Chega, né, gente! As redes sociais servem pra impressionar quem não conhecemos, porque aqueles que conhecemos, temos a certeza de que sãos feitos de carne e osso, choram gotas de água com sal e não um mimimi besta nos comentários do Face.
Diga seu endereço, que eu te direi quem és!
Impressão no seu sentido winkipediano significa: Marca obtida por pressão (coação)

