segunda-feira, 23 de maio de 2011

Invidualidade ou egoísmo?


É uma pergunta que eu me fiz recentemente ao me relacionar com algumas pessoas que exalam a pena, o dó. Por incrível que pareça as relações de soberania de uma pessoa sob outra é regida pela demonstração do fascínio a pena. E é generalizado, quase uma epidemia.
O negócio é sentir pena. O discurso é enfadonho: comparar de diversas formas o sofrimento. O padecimento é o alvo. Nos apegamos a negatividade como se fosse um ente querido: precisamos falar dela o tempo todo.
Na verdade, imagino se tratar de uma arma, uma arma que desperta o dó. O incrível é que a História nos remete a uma situação contrária, a do heroísmo. Pois bem, hoje, para ser herói precisamos sofrer e despertar a pena!
Acredito que as pessoas, como um todo, se afastaram ou abnegaram os sentimentos próprios. Somos compostos pelo egoísmo. O sinônimo para isso é egocentrismo. Não nos colocamos mais no centro do universo, mas no centro da sociedade e para isso necessitamos exalar o dó.
O que nos falta? Nos posicionarmos em NOSSO centro, insuflar a individualidade.


Etimologicamente, indivíduo significa em grego atomom. No sentido físico e filosófico, indivíduo é algo indivisível, único, uma unidade que não pode ser dividida devido a sua solidez. O filósofo Boécio compara o indivíduo a um diamante...
Despertemos nossa individualidade. Pensemos em nós em primeiro lugar e depois o que nos cerca e nos faz bem. Estar bem é estar tranquilo com nós mesmos. Convicto daquilo que nós acreditamos. Se não o somos, não temos outro acessório que não a dispersão da pena.
Segundo um clichê ideológico, o sentido da vida é a busca da felicidade! Anota aí no seu caderninho, busque isso, porque qualquer acontecimento que se aflore temos apenas uma certeza: eu sou só eu! Acima de tudo, sou um diamante!

terça-feira, 26 de abril de 2011

E Agora Kate?


A Monarquia Inglesa tem suas origens muito antes de Cabral decobrir o Brasil, foi por volta do século X. A partir daí, foram muitas as ladies ou plebeias que se transformaram em Rainhas ou Princesas.
Quem não quer ser uma princesa? Difícil! Mais difícil ainda é se portar como uma. Ser princesa ou rainha é uma profissão que você desempenha 24 horas por dia, 7 dias por semana, mesmo naqueles dias de TPM você tem que sorrir!
Mas a mídia trata estes matrimônios como contos de fadas, mas nem sempre, na Coroa Inglesa, aconteceu o "e viveram felizes para sempre..."

Leonor de Aquitânia
Essa é muito moderninha! Pensa no contexto: Idade Média...
Detentora de posses, ela se casou aos 13 anos com o rei Luis VII da França. Tiveram duas filhAs, mas por conta da Lei Sálica da época, era necessário um meninO para a sucessão do trono.
Em 1147, Leonor acompanhou seu marido a Segunda Cruzada e encontrou seu tio Raimundo de Poitiers, príncipe da Antioquia, com quem teve um relacionamento de adultério e incesto. Sendo obrigada a voltar com o seu marido, ela pediu o divórcio alegando que era um casamento incestuoso, já que ela e o rei Luís VII eram parentes de quarto grau.
Ela era simplesmente linda! Aos 29 anos e após 6 semanas do divórcio já estava casada com outro: Henrique, duque da Normandia filho do também amante de Leonor - detalhe: ele era 10 anos mais jovens. Após dois anos ela subiu ao trono inglês e reinou junto com o então Henrique II. Teve 8 filhos, dentre eles Ricardo Coração de Leão e João Sem Terra...
... ah! E depois ela se revoltou com o marido, apoiando os filhos.

Henrique VIII: o malandrinho
A Inglaterra passou por um período de guerras acarretadas pelo governo dos filhos da Moderninha descrita aí em cima. Após a instauração da dinastia Tudor e o início das reformas religiosas entra em cena o rei Henrique VIII.
Este não perdeu tempo, casou-se seis vezes. Não poupo as cunhadas: Catarina de Aragão que era casada com o seu irmão e Ana Bolena, irmã de sua amante. Condenou esta última de adultério que foi decapitada. Mas o tempo não pára e logo casou-se com Jane Seymour, aia da rainha. E ela morreu no parto. Para não ficar sozinho e triste, tratou de flertar com a nobre alemã Ana de Clèves - que segundo as más línguas não era lá uma Brastemp no quesito beleza.
Aos 49 anos, pesando 115 quilos, Henrique VIII casou-se com Catherine Howard de 16 anos. Não aguentou né! Mandou matá-la! Um ano depois Catherine Parr torna-se a sexta e última esposa do rei.
... ah, ele só não teve a sétima, a oitava esposa, porque logo mÓrreu!

Jorge IV : o patético
Ele se achava o garanhão da Inglaterra! Com 18 anos já tinha cinco amantes! Coitado...
Mas era feio, roliço, austero e imoral - perseguiu sua esposa Carolina após o divórcio, pena que ele era o impopular!!!

Eduardo VII: o garanhão
Eu nem ia comentar, mas impossível! Sabe quantas amantes este cara teve? 55
Isso porque ele morreu em 1910, com 70 anos! Suponhamos que ele teve sua primeira amante com 15 anos, então foi uma amante por ano! E você acha que ele conquistava madames desprovidas de beleza? Nadaaa, a famosa atriz Lillie Langtry fez parte desta lista.

Eduardo VIII: tudo pelo amor
Quem assistiu O Discurso do Rei, filme ganhador do Oscar 2011, se lembra dele! Este foi o irmão mais velho do rei Jorge VI que abdicou o trono para se casar com uma mulher divorciada. Louco? Cego de amores...

Além desses, houve os bafafás do casamento da Princesa Diana com o Príncipe Charles. Não se pode negar que Diana tinha a simpatia e a beleza que despertava o carisma do povo da Grã-Bretanha. A morte trágica de Lady Di, em 1997, despertou murmúrios do acompanhante da princesa naquele dia. Ela tinha amante(s), mas Charles também. Tanto é que se casou com Camila, seu affair extra-conjugal!


Fiquei boba, esses príncipes/reis têm uma cara de pau. E agora Kate, qual será a boa????